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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

A Proposta Mística em Oposição à Ortodoxia sem Vida

O Misticismo sempre insurgiu e ganhou força em determinadas épocas da história da Igreja onde o declínio moral e a frieza do amor cristão denunciavam um tradicionalismo estático e uma ortodoxia ineficiente representada por pregadores que apesar de ter todas as ferramentas necessárias para a saúde espiritual da igreja, cometiam o pecado de não aplicar tais fundamentos essenciais aos aspectos práticos da Igreja.
Muito se fala nesses últimos dias da contribuição do pentecostalismo para as igrejas reformadas e tradicionais, mas pouco se atenta para o fato de que marcos antigos tiveram que ser removidos, muitos princípios reformados e essencialmente bíblicos têm sido negligenciados pelos que advogam o pentecostalismo como aliado da fé reformada, depois de um longo período de duras críticas e repúdio quase que unânime dos reformados às práticas pentecostais, agora denominações históricas passam a aceitar em seu meio ou reconhecer em seus documentos e credos como legítimas as práticas tipicamente pentecostais, será que essa “contribuição” terá efeitos positivos à longo prazo ou estão as Igrejas reformadas fadadas a pagar alto preço por ceder ao apelo e as tendências do evangelicalismo moderno, que se faz ouvir na voz de muitos de nossos membros que não se sentem plenamente alimentados em suas igrejas e procuram alternativas para satisfazer a necessidade emocional latente do ser humano?
Nesse novo culto de tendência claramente pentecostal, em meio à experiência mística, o discurso entusiasta, e o apelo à emoção; é apresentada uma nova perspectiva do Deus Trino, onde o papel do Espírito Santo está sempre em destaque, Cristo e sua cruz são educadamente colocados “de lado”, o calvário, a obra vicária e a justificação, já não ocupam um papel importante na pregação da Escrituras, pois ser simplesmente salvo graciosamente já não tem tanto valor, a chamada segunda benção ou batismo com o Espírito Santo toma posição de destaque nos repetitivos apelos dominicais para o despertar necessário e urgente da igreja, incentivasse exaustivamente a experiência pessoal de cada crente com a obra do Espírito Santo que batiza mesmo aqueles que são já salvos e têm o selo do Espírito, especificamente nas manifestações sobrenaturais dos dons extraordinários concedidos à igreja primitiva como línguas, revelações e profecias e curas, que passam a ter também um papel central na vida do cristão e da igreja, o Espírito Santo neste movimento já não é aquele que dá testemunho do Filho, e o próprios dons deste, passam a ser um fim em si mesmos.
O Deus Soberano finalmente se curva diante da criatura e se submete à este que com suas reivindicações e negociatas chamadas de campanhas, colocam o Todo-Poderoso contra a parede, o homem e suas necessidades regem o “menu espiritual” na agenda da igreja, onde a cada dia é requerido de Deus fazer tal e tal tipo de milagre, as bênçãos divinas são o motivo maior das grandes concentrações de fé, onde há poucos que estão preocupados em servir ao doador das bênçãos, e muitos interessados em se servirem ao máximo dos privilégios oferecidos por Este.
Trazendo as experiências para junto da sola-scriptura e dessa forma negando-a, manifestações contemporâneas como profecias, visões sonhos e novas revelações são o ápice de um evangelho novo, que procura um fundamento também novo, substitui-se as tradições católicas romanas, por novíssimas revelações, atualizadas e “melhores” por definição. Passam aos poucos a reger, inconscientemente, ou não, a fé e prática da igreja, as Escrituras Sagradas aos poucos também vão deixando o seu posto de Verdade de Deus para ceder lugar a “verdade” dos homens, abrindo as portas da igreja para o relativismo e subjetivismo.
Quando se trata da doutrina da salvação esse movimento é por excelência conturbador, arminiano por natureza traz como cerne central de sua crença o antropocentrismo que se manifesta nas preocupações humanísticas da valorização do homem, do censo de democracia e liberdade e o pano de fundo do seu discurso legalista e entusiasta é o próprio desprezo ao que é legitimamente instituído, à história da igreja e à própria ortodoxia cristã com todas sua tradição. A crença da Igreja em um só batismo revela o caráter da salvação soberana, aquele que não tem o Espírito de Cristo a ele não pertence, somos recebidos em Cristo por seus méritos próprios, e assim batizados todos em um mesmo Espírito, a idéia bastante difundida de que devemos buscar o batismo com o Espírito Santo rouba da graça seu monopólio da salvação, e acrescentá-lhe conceito estranho não evangélico, a busca pelo batismo com o Espírito que é dado soberanamente aos eleitos nada mais é que negação da graça da salvação como dom gratuito de Deus.
Tudo começa com o pressuposto de que é vital e necessário ao cristão, pelos menos aos que querem ter uma vida de plena comunhão e experiência pessoal com o Espírito Santo que vai além da simples conversão, que ele seja agraciado com uma segunda benção que erroneamente chamam de Batismo com o Espírito Santo, estes reivindicam para si o título de cristãos pentecostais, em uma atitude no mínimo descabida e sectária, rebaixam assim todos os outros cristãos ao nível ou a classe de meros convertidos que não contam com o revestimento necessário para o desempenho de sua missão como legítimos seguidores de Cristo. Não seria esta uma grande demonstração de prepotência incentivada por essa corrente, que ousa afirmar em alto e bom som, que somente a partir de seu surgimento, o Cristianismo passou a contar com o auxílio e plenitude do Espírito Santo?
Toda Igreja é Pentecostal, pois foi no pentecostes que de uma vez por todas o Espírito foi dado a Igreja, assim como de uma vez por todas Cristo morreu e ressuscitou dos mortos, são cumprimentos proféticos que devem ser cridos e proclamados como fundamentos postos para a Igreja e que não necessitam de outras repetições contemporâneas, o pentecostes deve ser tão real para o cristão quanto a morte e a ressurreição de Cristo o são, não como promessa pela qual se deva esperar, mas como eventos do plano da redenção cumpridos e registrados nas Escrituras Sagradas, fonte de revelação suficiente para a fé e vida dos eleitos.
Outra arma mortal desse movimento que tem assolado as igrejas reformadas é o apelo ao irracionalismo, é bem comum ouvir críticas severas aos pregadores bem preparados, que são até tratados com desdém, usam de má exegese quando afirmam que a letra mata, se referindo aos esforços teológicos e estudos sistemáticos da Palavra de Deus, e assim revelam sua falsa espiritualidade, é pior que má exegese é um argumento que chega mesmo a dar arrepios. Mas como contestar alguém que alega ter uma linha direta com Deus? Como contestar alguém que não se intimida ao dizer que até os esboços de suas pregações recebe diretamente de Deus, muitas vezes entre um cochilo e outro?
É bem verdade que os cristãos primitivos tinham uma grande convicção da presença do Senhor através do Espírito Santo, porém isso não se dava porque estavam buscando ter uma nova experiência de batismo com o Espírito Santo como uma segunda benção separada e distinta da conversão operada em seus corações, exatamente por causa dessa obra, que é única na vida do eleito, ter sido algo soberano e verdadeiro e que levava primeiramente à convicção de pecado, eles se colocavam na dependência de Deus para sua permanência na graça divina, esse sim é o verdadeiro sinal do novo nascimento: convicção de pecado e dependência de Deus. Hoje infelizmente por causa dos exageros desse movimento místico descaradamente aprovado em nosso meio por lideranças que por vezes até estão envolvidas no mesmo erro ou quando não, fazem vista grossa pra tudo isso, muitos são levados a outro extremo, por medo de serem confundidos já não se permitem gozar a presença de Deus de forma mais intensa, com medo de está se emocionando demais, orando demais ou se consagrando demais, isso só contribui para a causa mística-pentecostal, contemplamos e nos maravilhamos na história da igreja e principalmente na vida dos puritanos, exemplo de homens que foram grandes e fiéis expositores da Palavra de Deus e também de homens que não temeram ser cheios do Espírito Santo, é do extremismo que se alimenta o discurso legalista pentecostal, pois infelizmente é reagindo a ortodoxia morta que muitos preferem o misticismo vivo.
Ao mesmo tempo em que as práticas e crenças pentecostais ganham defensores nas igrejas históricas, há uma reação dentro do próprio pentecostalismo contra aquilo que agora chamam de exageros, já denominado também de “pentecostalismo popular” com suas aberrações excêntricas e cuminando no famigerado neo-pentecostalismo, muito daquilo que alguns membros de igrejas tradicionais anelam por vê presente em suas denominações, há muito já está sendo descartado por pentecostais tradicionais, alguns desses agora até já simpatizam com igrejas historicamente cessacionistas, e outros até mudam de igreja por esse motivo, um desses fui eu, isso é um forte indício de que esse namoro no meio reformado durará pouco tempo, só resta saber o tamanho do estrago que ele terá causado quando a desilusão chegar, tanto aos que aderiram ao movimento quando aos que no rigor do zelo acabaram negando sua própria espiritualidade, caberá então um resgate da identidade espiritual dessas denominações? Só o tempo dirá.

Por Djalma Oliveira Santiago

A Vontade de Deus

 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?” (Ezequiel 33.11)

Usando textos como este, de um lado, arminianos colocam em cheque a ortodoxia reformada, de outro, calvinistas sinceros se esforçam para harmonizar os ensinos sobre a soberania de Deus e a responsabilidade humana. Não é meu intento com este artigo apresentar uma exaustiva explanação teológica sobre o assunto. Quero começar com uma pergunta crucial que atormenta, ou pelo menos deveria, aqueles que estão a par das controvérsias, que vez por outra, colocam irmãos em lados diferentes da trincheira.
Como podemos afirmar que não é da vontade de Deus que o ímpio se perca e ao mesmo tempo afirmar que Deus faz toda a sua vontade sem que isso nos leve ao universalismo, ou seja, que no final todos os homens serão salvos?
Deus é um Ser ímpar, sua existência em si já é suficiente para desequilibrar todo o sistema lógico estabelecido pela mente finita do homem, como por exemplo, o tempo; passado, presente e futuro, coisas deste tipo, diante de um Ser como Deus parecem coisas irrelevantes. O ateísmo encontra ai campo fértil para disseminar suas conclusões racionalistas mostrando a suposta “incoerência lógica” da existência de um Deus ao mesmo tempo Soberano e Benigno. Quando se fala de Deus e daquilo que lhe é próprio como sua vontade, primeiro deveríamos abrir mão de todo preconceito e reconhecer que a pobre lógica humana é altamente insuficiente para transpassar a distância entre nossas limitações e o Ser Supremo. (Hebreus 11.6)
As Escrituras nos apresentam Deus como sendo um Ser Soberano que controla todas as coisas, Deus planeja e ordena tudo o que acontece em seus mínimos detalhes, nada acontece sem sua devida permissão e nada pode frustrar seus desígnios eternos, este é o papel que lhe cabe como Senhor dos Céus e da terra e nisto deveriam crer todos os cristãos ( 42.2).
Deus não está sujeito ao tempo e espaço, muito pelo contrário foi Ele que os criou, nossa mente sim esta acomodada a estes aspectos, isso nos torna muito limitados, no que diz respeito à “lógica da eternidade”, a vontade de Deus também não pode está cercada por estas paredes temporais as quais nos acostumamos, Deus é imensurável. A crença de que o decreto de permitir a queda veio antes do decreto de eleger alguns para salvação (infralapsarianismo), sugere uma ordem lógica dos decretos e não ordem temporal, ou seja, na eternidade, antes de todas as coisas, Deus decretou permitir a queda, colocado assim nessa ordem lógica, e somente assim, passa a fazer sentido falar de um decreto de eleição, pois como Deus decretaria eleger alguém dentre todos que ele ainda não decretou permitir a queda, Deus criou Adão reto, não havia algo em sua natureza que o levasse irresistivelmente ao pecado, ele tinha a capacidade de não pecar (Eclesiastes 7.29).
Deus não foi pego de surpresa pelo pecado de Adão, no plano eterno de Deus tudo estava devidamente preestabelecido, porém pra isso e nem por isso Adão foi ativamente movido por Deus para pecar, Adão não era livre do desígnio de Deus, Deus é a causa última de todas as coisas, mas o que entra nesta questão não é se há causa primária ou não, mas sim se há uma execução livre, positiva e direta do próprio executor, é necessário que sua vontade, em suas volições ou atos executivos, tenha capacidade real de auto-decisão, isto é, seja determinada por seus próprios afetos e desejos espontâneos (livre-agência), contingência das causas secundárias também decretadas e estabelecidas por Deus (CFW 3,1) em outras palavras é dizer que aquilo que o homem faz é o que ele quer fazer, dizer isso não é o mesmo que dizer que o homem é autônomo de Deus, Deus é soberano, contudo a responsabilidade de Adão na escolha que fez é somente dele, Deus não teve prazer na queda do homem apesar de a ter decretado.
As duas principais conclusões precipitadas à que podemos chegar ao nos aprofundarmos no conhecimento das doutrinas da graça são: primeiro que Deus é injusto porque escolheu alguns para salvar e segundo que Deus tem prazer na morte do ímpio. O mesmo argumento usado para provar que não há injustiça da parte de Deus no escolher alguns de todos que por sua própria culpa certamente pereceriam, serve-nos também para mostrar o quanto longe está da verdade a posição hiper-calvinista de que Deus se alegra com a condenação de seres humanos ao inferno e age ativamente para causá-la, o argumento é este: se Deus condena-se todos ao inferno, sem exceção, poderia por isso ser chamado de injusto? De forma alguma, pois é exatamente por uma questão de justiça que se torna necessária a justa condenação de pecadores, seguindo essa mesma linha de raciocínio eu pergunto: se Deus condena-se todos ao inferno, sem exceção, isso provaria que Deus se alegraria ou teria prazer com isso, que teria prazer na morte eterna de todas suas criaturas? De forma alguma, assim também o fato de Deus ter elegido alguns para salvação, não prova e nem quer dizer que Deus tenha prazer na condenação eterna daqueles que ele não escolheu, Deus os deixou perecer em conseqüência de sua própria pecaminosidade, os vasos de ira foram abandonados em seu próprio endurecimento. Paulo enfaticamente declara: “Portanto, tem misericórdia de quem quer, e a quem quer endurece”. (Romanos 9.18), porém esse endurecimento não pode ser entendido como a causa da perdição dos não eleitos, a misericórdia sim é a causa da nossa salvação (Tito 3.5), e devemos lembrar que os alvos do endurecimento da parte de Deus são seres de natureza pecaminosa, endurecidos em si mesmos, como todos nós também éramos, antes de crer em Cristo, o endurecimento faz parte do justo castigo e julgamento de Deus, ele não os cegou, o pecado sim, e de forma alguma Deus pode ser considerado a causa do pecado e tão pouco da perdição de uma alma, o fato de Deus ter elegido alguns e não outros, não absolve os ímpios da responsabilidade pelos seus pecados, ninguém que estiver no inferno vai poder acusar a Deus dizendo que de alguma forma ele é o responsável por elas estarem lá, estas pessoas pecadoras como são por serem descendentes de Adão e conseqüentemente terem levado uma vida de impiedade, terão plena consciência da justa condenação da parte de Deus.
Ainda na eternidade, antes de todas as coisas, Deus decretou eleger alguns de todos, que mortos em Adão nasceriam, para lhes dar a vida (Efésios 1.4), e isto em função do decreto de permitir a queda. Será que podemos entender o texto que diz? “E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia”.(João 6:39) Será que esta passagem contraria Ezequiel 33:11? Que diremos? já que a missão de Jesus era salvar somente os eleitos e que sua morte só se tornaria eficaz pra estes, isso significa que Deus tem prazer em que os demais se percam? Argumento novamente: Deus ter elegido alguns para salvação e finalmente salvar somente estes, não prova e nem quer dizer que Deus tenha prazer na condenação eterna daqueles que ele não escolheu. A essa altura alguém poderia perguntar: Já que Deus não tem prazer na morte do ímpio, porque então ele a decreta? E a própria Palavra nos responderia essa questão claramente; porque isso é justo, Adão pecou lançando assim toda a sua descendência no precipício da morte (Romanos 5.12). O que a graça de Deus realmente faz é cumprir o decreto da eleição, é alcançar muitos, uma incontável multidão, daqueles que estão debaixo da ira divina, no caminho da perdição, livrando-os de sua justa condenação. E já me antecipando também gostaria de colocar outra questão, comumente levantada por aqueles que tem aversão às doutrinas da graça: Já que Deus não tem prazer na morte do ímpio, a graça bem que poderia alcançar a todos. Sim poderia, mas não nos cabe questionar os atos livres, santos, justos e soberanos de nosso Deus (Romanos 9:20-21, 9.12), se todos se perdessem, Deus ainda assim, seria um Deus Santo e Justo, e ainda assim poderíamos afirmar sem medo de errar, que Deus não tem prazer na morte do ímpio, pois o homem é o responsável pela sua morte e perdição (Romanos 6:23).
A Bíblia é a vontade revelada de Deus, e nela Ele não nos ordena pecar para perecermos, e sim conclama a todos os homens em todos os lugares que se arrependam e creiam para serem salvos (Atos 17:30), a isso chamamos de chamado universal, e mesmo colocando a parte seus decretos soberanos (se fosse possível), a simples crença na presciência total de Deus, é suficiente para deduzirmos que Deus não espera que todos se arrependam, creiam e sejam salvos, por ser Deus Onisciente, é inconsistente dizer que Deus espera que aconteça aquilo que ele sabe que não acontecerá. Diferentemente do homem que quase sempre nutre falsas esperanças e muitas vezes planeja, mas não tem poder para levar a cabo suas decisões, Deus não somente sabe a quantidade exata de pessoas que serão salvas, ele mesmo é que salva soberanamente cada um, guardando-os e santificando-os até o fim, porque ele mesmo os escolheu antes da fundação do mundo (Romanos 8.29-30, Efésios 1.4), e mesmo tendo conhecimento e crendo nestas verdades reveladas pelas Escrituras devemos crer com a mesma força e proclamar que Deus não tem prazer na morte do ímpio, não servimos a um Deus tirano que salvando alguns fica se rindo dos que se perdem por sua própria culpa, pois o crédito e a glória da salvação são todos de Deus por causa da eleição, no entanto o crédito da perdição pertence totalmente ao homem, e Deus que com justiça decreta soberanamente a reprovação não é autor do pecado por isso.

Por Djalma Oliveira Santiago