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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Cansado de Teologia

Cansado de teologia. É assim que me sinto. Cansado de ver um povo enganado, iludido, "declarando" e "profetizando" prosperidade. Cansado de ver tanta gente "bradando aos céus", "exigindo" e "cobrando" de Deus por promessas que o Todo Poderoso nunca fez. Durante nove anos vivi no meio de pessoas que "exalavam" fé. Uma fé sem resultados. Uma fé inútil.

Vi pessoas que não tinham dinheiro nem para pagar o ônibus que os levavam até a "igreja". E foram essas mesmas pessoas que deram a seus líderes dinheiro suficiente para comprar carros blindados e mandar os filhos estudarem no exterior.

Quanta incoerência! Enquanto esses líderes pregavam a tal "teologia" que os tiraria da crise financeira, as pessoas continuavam vivendo a mesma vida de dificuldades, e muitas vezes, com um certo "ressentimento" para com Deus, que não cumpria com aquelas promessas que saiam do púlpito.

Vi gente preocupada em combater o gafanhoto, sem perceber que este se apresentava com a bíblia na mão sobre o altar.

Em todos esses anos, vi uma teologia cheia de facilidades. Onde a porta larga conduzia ao céu e a estreita à perdição. Vi uma teologia onde o Espírito Santo fazia de tudo: fazia pessoas caírem no chão, rirem descontroladamente, falarem em línguas "estranhas"; só não fazia uma coisa: gerar arrependimento para santificação.

Vi ainda apóstolos. Auto-entitulados. Os que não eram auto-entitulados, foram ordenados por homens que eram. Vi homens se dizerem íntegros e "de probidade", mas eram corruptos e endemoninhados.

Conheci uma teologia que nos fez "deuses". Conheci uma teologia de mentiras, de palavras que voltam vazias, de profecias que não se cumprem nunca.

Conheci uma teologia de emocionalismos. De música de fundo na hora da oração que leva a emoção; De voz trêmula para gerar o choro; de teatro, de frases mentirosas como: "Eu sinto a presença de Deus", quando o que realmente se sentia era o desejo de manipular as pessoas.

Conheci uma teologia de orgulho e soberba. Uma teologia de homens que se diziam ser donos da verdade. Conhecedores da "revelação completa".

Conheci uma teologia que subestima os reformadores. Afinal, sua "doutrina" é superior.

João 10:10 - “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

Conheci a teologia criada pelo Demônio. A teologia que rouba o povo de Deus, mata os sonhos e destrói a confiança no Evangelho.

O mais triste, é que eu fui mais uma vítima desta teologia.

I Timóteo 4:1,2 - “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência”.

DEUS ME SALVOU DESSA TEOLOGIA.

Hoje, vivo a Teologia da verdade. A Teologia bíblica. A Teologia que não acrescenta nada a Palavra.

Vivo a verdadeira Teologia da Graça. A Teologia que não cobra nada de Deus. Pede pela "Sua misericórdia". Vivo a Teologia do Pai Nosso, a Teologia do arrependimento diário. A Teologia da gratidão a Deus. Hoje, vivo a Teologia que ao invés de buscar a bênção, busca o abençoador. Hoje, vivo uma Teologia que não distorce as Escrituras. Vivo a Teologia de Deus.


Pr. Walker R. da Cunha.

Ex- pastor Neo-pentecostal

(por motivos óbvios).

Fonte: Monergismo

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bancada evangélica pressiona e Dilma proíbe o kit gay

A presidente da República, Dilma Rousseff, acaba de derrubar o programa do Ministério da Educação chamado de Kit gay pelos opositores - as bancadas evangélica e católica e, principalmente, o militar e deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).




Em encontro há pouco no Palácio do Planalto com 20 deputados da Frente da Família, a presidente garantiu que o material não será distribuído pelo MEC às escolas públicas do país.

O chamado kit gay é composto por três filmetes e cartilhas, material bancado pelo MEC. Num dos pontos mais polêmicos, nos vídeos, há imagens de meninos de 12 anos se beijando na boca, o que os parlamentares consideraram uma ofensa à honra familiar e um incentivo à homossexualidade infantil. Os vídeos podem ser assistidos no http://www.fenasp.com/.

Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, em declarações à imprensa, ele não acompanhou a confecção do material.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou, nesta quarta-feira, que a presidente Dilma Rousseff determinou a suspensão do material do Ministério da Educação (MEC) de combate à homofobia nas escolas, apelidado de "kit gay". "O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. Daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade", afirmou o ministro, em referência aos vídeos e cartilhas que compõem o kit.

De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir com os ministros da educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para discutir sobre o material. "Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia", ressaltou.

Nessa terça-feira, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) e outros parlamentares da bancada evangélica da Câmara dos Deputados ameaçaram endossar a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, para dar explicações sobre a multiplicação patrimonial. Porém, a ameça de usar Palocci como "moeda de troca" não teve adesão total dos deputados evangélicos. “Uma coisa [kit anti-homofobia] não tem nada a ver com a outra [caso Palocci]. Devemos convocar o ministro se acharmos que ele foi desonesto, não para tratar de um assunto que nada tem a ver com a nossa posição”, afirmou o deputado federal mineiro Lincoln Portela (PR).

Após reunião com a bancada evangélica, nesta quarta-feira, o ministro Gilberto Carvalho negou um possível "toma lá, da cá" entre o governo e os deputados. "Nós falamos que eles tomassem as atitudes que achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que estavam falando", afirmou.
 
Fonte: Informe JBÚltimas Notícias

sábado, 21 de maio de 2011

Me COMPADEÇO dos Homossexuais, ODEIO a Homossexualidade e NÃO TEMO a PL 122

Rev. Josafá Vasconcelos
“Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor.” Mateus 9:36

“…Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, ​nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. ​Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” 1 Coríntios 6:9-11
O Senhor Jesus, olhando para as multidões, diz o texto sagrado, se compadeceu delas porque as via como ovelhas que não têm pastor. Ele bem conhecia o seu estado de miséria por causa do pecado. Sofria ao ver milhares, cativos de Satanás, convulsionando ao chão, espumando, andando em meio aos sepulcros, ferindo-se com pedras, maltrapilhos, vendidos ao pecado, como a mulher pecadora apanhada em adultério, infelizes, escravizados ao pecado. Cristo, a imagem de Deus perfeita em contraste com a imagem de Deus desfigurada (em cada um desses pecadores)! É assim que vejo os homossexuais; pecadores como eu, destituídos da glória de Deus, à mercê do diabo que os agrilhoa e faz deles o que quer. São infelizes, como eu era infeliz sem Cristo. Essas pessoas não estão preocupadas com o pecado do homossexualismo, ao praticá-lo, desejam apenas ser “felizes”. Elas foram convencidas pelo Maligno que isto é perfeitamente natural, uma opção legitima que lhes propicia grande satisfação, e por isso, ninguém, por preconceito, possui o direito de lhes coibir.

Ó como estão enganados, e, como gostaria de convencê-los disso! Porque sei que não são felizes, e a pecha que lhes atribuem, “gays” (alegres), não corresponde à realidade. Podem tentar mostrar sua alegria exteriormente, nas suas fantasias coloridas, pintadas com todas as cores do arco-íres, mas, isso de nada adiantará, seus corações continuarão tristes. Esses pobres pecadores estão praticando uma relação que nunca fez parte dos planos de Deus, e usufruindo de uma paixão considerada por Ele como “infame (Rom. 1:26) Oro e choro por eles, porque, as conseqüências serão drásticas. Satanás não quer que eles saibam disto, mas Deus lhes admoesta ao avisar da “merecida punição do seu erro”(Rom 1:27), “o salário do pecado é a morte”!(Rom 6:23) Ronda-lhes o fantasma da AIDS e os terrores do inferno.

Gostaria tanto que os homossexuais soubessem que há esperança, que há solução e completa libertação em Cristo Jesus! Quando Paulo, o Apostolo, chegou em Corinto, uma cidade ímpia ao extremo, havia ali muitas prostituas, muitos homossexuais, chamados de sodomitas, havia um templo dedicado às orgias, idolatrias e superstições; o Diabo reinava tranquilamente. O apostolo sentindo-se intimidado diante de tal cenário foi orar, e o Senhor lhe disse: “[...] pregue não te cales, pois tenho muito povo nesta cidade…”(At. 18:9-10) e assim, depois de um trabalho árduo, mais tarde pode dizer:

“[...] nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas [...] herdarão o Reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus”.
Ó como gostaria de dizer a mesma coisa aos sodomitas e efeminados de hoje!

Odeio a homossexualidade! Esta prática maligna inventada por Satanás no mais profundo do inferno. Ela foi arquitetada por ele com o propósito de zombar de Deus e de sua obra perfeita, e para a desonra de homens e mulheres. É uma prática vergonhosa, imunda, que escraviza, humilha e degrada a pessoa humana. Não adianta lutar contra o preconceito que, infelizmente, existe nas pessoas, porque ele estará no íntimo de cada praticante; eles próprios se incriminam, marginalizam-se e punem-se a si mesmos. Os homossexuais se enganam ao pensar que assumindo publicamente a prática, se acharão livres, não estarão eles serão rechaçados pela própria consciência, que como verdugo os atormentará. Ó instrumento vil nas mão do sórdido impostor! Ó tridente infernal que atormenta estas pobres almas! Até quando não virá o Justo Juiz, para te julgar, trancafiando-te no teu próprio lugar de origem, juntamente com aquele que te engendrou? Quando deixarás para sempre de insultar a Deus e aviltar os homens? Te odeio homossexualidade vil!

Quem és tu PL122? Lei injusta, usurpadora da liberdade. Pretendes amordaçar os fieis, ameaçando-os de multa e prisão? Não sabes que os que amam a verdade de Deus não se intimidam? Eles já têm sobre si a sentença de morte; morreram com Cristo para este mundo, e a única coisa que desejam é viver para Deus. Nada deterá esses pregoeiros da justiça, nem os fará calar contra esta prática opressora de Satanás, que aflige essas pobres almas, as quais eles amam e desejam que sejam livres através da denúncia contra tal pecado e pela proclamação do Evangelho de Cristo. Esta é a única esperança capaz de libertá-los da condenação eterna. Ó Fútil, ignóbil e imprestável lei, pensas que silenciarás os púlpitos? Invalidarás os blogs e sites dos arautos da verdade? Ainda que fizesses as próprias pedras clamariam, e nos cantos obscuros das masmorras estes homens de Deus, ainda lá estariam orando, consumidos de amor pela pobre alma de cada homossexual, para que seja livre, salva, lavada e santificada em o nome do Senhor Jesus.

Ricardo Gondim, despede-se da revista ULTIMATO

Despeço-me da Revista Ultimato

Ricardo Gondim

Após quase vinte anos, fui convidado a “des-continuar” minha coluna na revista Ultimato. Nesta semana, recebi a visita de Elben Lenz Cesar, Marcos Bomtempo e Klênia Fassoni em meu escritório, que me deram a notícia de que não mais escreverei para a Ultimato. Nessa tarde, encerrou-se um relacionamento que, ao longo de todos esses anos, me estimulou a dividir o coração com os leitores desta boa revista. Cada texto que redigi nasceu de minhas entranhas apaixonadas.

Fui devidamente alertado pelo rev. Elben de que meus posicionamentos expostos para a revista Carta Capital trariam ainda maior tensão para a Ultimato. Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis.

O reverendo Elben Lenz Cesar, por quem tenho a maior estima, profundo respeito e eterna gratidão, acrescentou que discordava também sobre minha afirmação ao jornalista de que “Deus não está no controle”. Ressalto, jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos corolários que faço: amor e controle se contradizem. De fato, nunca aceitei a doutrina da providência como explicitada pelo calvinismo e não consigo encaixar no decreto divino: Auschwitz, Ruanda ou Realengo. Não há espaço em minhas reflexões para uma “vontade permissiva” de Deus que torne necessário o orgasmo do pedófilo ou a crueldade genocida.

Por último, a Klênia Fassoni advertiu-me de que meus Tweets, somados a outros textos que postei em meu site, deixam a ideia de que sou tempestivo e inconsequente no que comunico. Falou que a minha resposta à Carta Capital sobre a condição das igrejas na Europa passa a sensação de que sou “humanista”. Sobre meu “humanismo”, sequer desejo reagir. Acolho, porém, a recomendação da Klênia sobre minha inconsequência. Peço perdão a todos os que me leram ao longo dos anos. Quaisquer desvarios e irresponsabilidades que tenham brotado de minha pena não foram intencionais. Meu único desejo ao escrever, repito, foi enriquecer, exortar e desafiar possíveis leitores.

Resta-me agradecer à revista Ultimato por todos os anos em que caminhamos juntos. Um pedaço de minha história está amputada. Mas a própria Bíblia avisa que há tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Meu amor e meu respeito pela família do rev. Elben, que compõe o corpo editorial da Ultimato, não diminuíram em nada.

Continuarei a escrever em outros veículos e a pastorear minha igreja com a mesma paixão que me motivou há 34 anos.

Fonte: http://www.ricardogondim.com.br/

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Evangélicos tentam anular decisão do STF sobre união homoafetiva

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) começa a articular investida para tentar anular os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à união homoafetiva. O grupo está colhendo assinaturas e vai apresentar um requerimento para a convocação de uma comissão geral no plenário da Câmara dos Deputados, objetivando discutir o assunto.

No último dia 5, a corte máxima da Justiça brasileira decidiu, por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo. Conquista para o movimento gay, desconforto para os segmentos religiosos mais conservadores.

"Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo)", disse o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO). "Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição".

Na avaliação João Campos, o Supremo vem praticando um "ativismo judicial perigoso", invadindo e atropelando a competência do Legislativo.

"Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma", afirma Campos. "Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença".

Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, Campos rebate:

"Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir?", questiona Campos. "Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento".

"Kit gay"

O material do projeto 'Escola sem Homofobia', elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser distribuído em colégios da rede pública, também vai receber marcação cerrada dos religiosos.

Segundo João Campos, que participou na quarta-feira (19) da reunião entre deputados evangélicos, católicos e o ministro Fernando Haddad, ficou acertado que a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar da Família e a bancada católica irão compor uma comissão para examinar o material, que recebeu a pecha de "kit gay":

"Esta comissão será nossa interlocução com o MEC. Ela, em nosso nome, irá examinar o conteúdo do kit, que não será aprovado antes de ser avaliado pela comissão. A ideia é verificar se há excessos sob nossa visão"

O deputado afirma ainda que, se forem atendidas todas as exigências da comissão, não há objeção quanto à aprovação do material anti-homofobia. Entretanto, pondera em tom de crítica:

"Se ele se adequar àquilo que achamos razoável do ponto de vista pedagógico, não há por que ter objeção. Só achamos que o governo, ao invés de fazer um material que previna preconceito, discriminação a gays, deveria elaborar um material que pudesse prevenir preconceito, violência contra qualquer pessoa. Por que um material apenas para este segmento?", questiona.

Campos confronta a ideia de que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais seriam mais vulneráveis à violência em razão da intolerância.

"A sociedade brasileira não é intolerante, preconceituosa. Graças a Deus, as ocorrências de intolerância em relação a preconceitos são muito pontuais. Pela nossa formação, essa miscigenação que ocorreu no Brasil, somos uma síntese da sociedade mundial. Mas o que parece é que o governo brasileiro e o movimento homossexual querem vender para o mundo que a sociedade brasileira é intolerante. Querem criminalizar condutas, oferecer toda uma estrutura de governo para enfrentar a intolerância. Se for assim, teremos que criar um plano nacional de cidadania para os religiosos, para os ciganos, daí por diante, com a mesma linha, com a mesma estrutura, o mesmo financiamento do voltado para o movimento homossexual".

Na interpretação de João Campos, as estatísticas sobre crimes motivados por homofobia no Brasil não encontram paralelo com a realidade:

"Todos nós somos contra a violência. Isso é base, fundamento do cristianismo. Mas há dados hoje que nos preocupam. Não batem. Tem situações em que o homossexual foi vítima de uma lesão corporal, um homicídio, mas não por homofobia. Foi um desentendimento numa boate etc. Aí, colocam tudo isso numa estatística como se fosse homofobia. É como se colocássemos todos os religiosos que foram vítimas de violência num determinado mês e falássemos que a motivação foi religiosa. Há dados que indicam que os maiores algozes do homossexual são os próprios parceiro deles. Se o autor é o companheiro, certamente a motivação não é homofobia".

Vazamento

Durante a reunião com parlamentares católicos e evangélicos, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que alguns materiais em circulação, atribuídos ao kit anti-homofobia, tenham sido aprovados pelo MEC.

"O ministro disse que o governo contratou uma empresa para elaborar o material, que só agora o apresentou ao ministério. Segundo ele, houve um vazamento. Nós estamos presumindo que o vazamento partiu da empresa contratada. Aí, o nosso questionamento, como uma empresa contratada pelo governo para elaborar um material dessa natureza, se antecipa e coloca na mídia? Queremos que seja apurada a responsabilidade. Senão, vamos concluir que houve concordância, aquiescência do governo. Mas independentemente de ele ter concordado, vamos fazer uma representação para que isso aconteça", avisa Campos.

Ana Cláudia Barros
Fonte: Jornal do Brasil
Via: Eleitos de Deus

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Grupo "cristão" americano afirma que o mundo vai acabar no dia 21 de maio de 2011


Fieis da Family Radio seguram cartaz avisando sobre o fim do mundo, nos EUA
Um novo alerta apocalíptico chegou ao Brasil com um aviso: o fim pode estar mais próximo do que se imagina.





Um grupo cristão dos Estados Unidos, com representantes em Belo Horizonte, está rodando o Brasil para divulgar a tese de que o juízo final está marcado para 21 de maio – e não para 2012, segundo a popular profecia feita pelos maias.

Com propagandas os evangélicos da Family Radio fazem malabarismo com números e datas da Bíblia para garantir que há provas de que o mundo vai acabar nos próximos meses. E em Iguatu o grupo americano conquistou dois simpatizantes que moram nas Barreiras dos Pinheiros e estão propagando a idéia na cidade, “ eu acredito na bíblia e eles estão certos, acontecerá neste dia o arrebatamento e o início do fim do mundo “ disse o senhor Neto.



O radialista Pinheirinho da Rádio Liberdade AM acompanhou o lado da reportagem do site Iguatu.net as declarações dos irmãos, ” é algo que eles acreditam, mas formos procurados por populares em nosso programa da Liberdade AM e demonstravam preocupação com a atitude deles” enfatizou.

No site do Estadão de São Paulo, o presidente da Family Radio, Harold Camping, falou sobre o assunto, o mesmo chegou à conclusão que o fim do mundo será em 21 de maio de 2011 após estudar a Bíblia. Segundo a Family Radio, o fim do mundo ocorrerá sete mil anos depois de 4990 a.C., ano do dilúvio universal em que somente Noé e sua arca se salvaram. O dia exato saiu de outro cálculo. De acordo com a interpretação do grupo, o Juízo Final ocorrerá no 17º dia do segundo mês do calendário bíblico moderno, ou seja, 21 de maio.

“A Bíblia Sagrada dá mais provas incríveis que no dia 21 de maio de 2011 é exatamente o momento do Juízo Final” acrescenta no site do grupo. Family Radio considera que os não crentes sofrerão um poderoso terremoto que provocará vários meses de caos na Terra.

Segundo o porta-voz do grupo, Gunther von Harringa, o mundo irá acabar em um grande terremoto que durará 153 dias, na Nova Zelândia. O desastre natural, então, irá avançar em direção ao leste.

"O mundo existe há 13.023 anos, mas Deus esgotou sua paciência com o mundo. Esta é a realidade", disse ao jornal canadense "Globe and Mail".

Harringa contou que somente cerca de 170 milhões de pessoas irão se salvar e ir diretamente para o céu.

No entanto, a Family Radio já tentou adivinhar o fim do mundo uma vez, em 1994, e, obviamente errou. Para justificar, o grupo explicou que errou nas contas e que passou todo esse tempo revisando as passagens bíblicas para, enfim, chegar na data de 21 de maio.

A Family Radio, que foi fundada há mais de 50 anos por Harold Camping, é sediada em Oakland, na Califórnia, mas tem membros em vários países do mundo, inclusive no Brasil. No entanto, o grupo, que fica em Belo Horizonte (MG) desligou os telefones e se recusa a responder e-mails sobre o assunto.

Site do Grupo Religioso

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PRESBITERIANOS À BEIRA DA DIVISÃO NOS EUA

LÍDERES CONSERVADOES DA DENOMINAÇÃO DIZEM ESTAR CANSADOS DA TENTATIVA DE SE NOMEAR PASTORES GAYS

Ao que parece, a PCUSA (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos) está no processo de sofrer uma grande divisão. É que um grande número de pastores e igrejas, que durante 35 anos ficaram no lado contrário da tentativa de aprovarem pastores gays e pastoras lésbicas, casamento gay e outros pontos da agenda liberal, estão liderando uma saída em massa da denominação. Argumentam que não suportam mais esta discussão, ao presenciarem durante estas décadas a PCUSA minguar, perdendo membros aos milhares a cada ano.

A convocação para uma reunião dos cristãos protestantes que ainda restam dentro da PCUSA foi feita no dia 02 de fevereiro.

A data está marcada para os dias 25-27 de agosto de 2011, em Mineápolis. Na pauta está incluída a viabilidade da criação de uma nova igreja presbiteriana que adote o que eles chamam de “Um núcleo teológico claro e conciso ao qual iremos subscrever, dentro da clássica tradição Reformada, bíblica e evangélica, e um compromisso de viver de acordo com essas crenças, independentemente de pressões culturais”

Fonte: MGnoticias

Leia também: Denominação americana aprova oficialmente a ordenação de oficais gays

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Legalismo, um caldo mortífero

Por Hernandes Dias Lopes

Malcon Smith definiu legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor. O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente. O legalista é aquele que rotula como infiéis e hereges todos aqueles que discordam da sua posição. O legalista é impiedoso. Ele julga maldosamente com seu coração e fere implacavelmente com sua língua e espalha contenda entre os irmãos.

As maiores batalhas, que Jesus travou foram com os fariseus legalistas. Eles acusavam Jesus de quebrar a lei e insurgir-se contra Moisés. Vigiaram os passos do Mestre, censuravam-no em seus corações e desandaram a boca para assacar contra o Filho de Deus as mais pesadas e levianas acusações. Acusaram-no de amigo dos pecadores, glutão, beberrão e até mesmo de endemoniado. Na mente doentia deles, Jesus quebrava a lei ao curar num dia de sábado, mas não se viam como transgressores da lei quando tramavam a morte de Jesus com requinte de crueldade nesse mesmo dia.

O legalismo não morreu. Ele ainda está vivo e presente na igreja. Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus. Há muitas igrejas enfraquecidas e sem entusiasmo sob o jugo pesado do legalismo. Há muitos cultos sem vida e sem qualquer manifestação de alegria, enquanto a Escritura diz que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. J. I. Packer em seu livro Na Dinâmica do Espírito diz que não há nada mais solene do que um funeral. Há cultos que são solenes, mas não há neles nenhum sinal de vida. Precisamos nos acautelar contra o legalismo e isso, por três razões:

1. Porque dá mais valor à aparência do que ao coração.
Os fariseus gostavam de tocar trombeta sobre sua santidade. Eles aplaudiam a si mesmos como os campeõess da ortodoxia. Eles eram os separados, os espirituais, os guardiões da fé. Mas por trás da máscara de santidade escondiam um coração cheio de ódio e impureza. Eram sepulcros caiados, hipócritas, filhos do

2. Porque dá mais valor aos ritos do que às pessoas.
Os legalistas são impiedosos com as pessoas. Censuram, rotulam, acusam e condenam implacavelmente. Não são terapeutas da alma, mas flageladores da consciência. Colocam fardos e mais fardos sobre as pessoas. Atravessam mares para fazer um discípulo, apenas para torná-lo ainda mais escravo do seu tradicionalismo. Os legalistas trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério e lançaram-na aos pés de Jesus. Não estavam interessados na vida espiritual da mulher nem nos ensinos de Jesus. Queriam apenas servir-se da situação para incriminar Jesus. Os legalistas ainda hoje não se importam com as pessoas, apenas com suas idéias cheias de preconceito.

3. Porque dá mais valor ao tradicionalismo do que à verdade.
Precisamos fazer uma distinção entre tradição e tradicionalismo. A tradição é a fé viva daqueles que já morreram enquanto o tradicionalismo é a fé morta daqueles que ainda estão vivos. A tradição, fundamentada na verdade, passa de geração em geração e precisa ser preservada. Mas, o tradicionalismo, filho bastardo do legalismo, conspira contra a verdade e perturba a igreja. Que Deus nos livre do legalismo. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! Aleluia!

Fonte: Palavra da Verdade

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Experiências Espirituais

Nosso contexto mundial de tanta pressão psicológica, tantos problemas econômicos, tantas doenças de toda ordem, que se agravam ainda mais com os meios de comunicação despejando sobre as massas humanas informações detalhadas sobre tudo o que acontece no universo, tem gerado um anseio quase incontido entre o povo religioso e, especialmente entre o povo evangélico, por experiências espetaculares com Deus.

Por todos os lados, surgem líderes movimentando as massas humanas e apelando para milagres, maravilhas e prodígios. Principalmente entre os grupos modernamente chamados "carismáticos", o dom de línguas, doutrina mal interpretada por uma grande maioria, é buscado com ansiedade. E nesse contexto de confusão, muitas das nossas igrejas Batistas estão sendo divididas e, em alguns casos, diluídas aos poucos.

Complexidade Do Assunto: "Experiência"
A natureza humana é passível de experiências, envolvendo os campos: neurológico (doenças e/ou disfunções cerebrais), fantasias mentais cridas como reais, e desajuste/perturbação emocional e mental capaz de criar um universo de experiências ilusórias, mas tidas pelo portador com reais.
Grande número de pessoas, principalmente entre nós, os brasileiros, tem muitos problemas de saúde.
- Partos mal feitos, subnutrição desde a infância, problemas hereditários de alcoolismo e outros fatos da área de saúde, fazem do nosso povo gente facilmente tangível e sugestionável.
Médicos neurologistas afirmam que grande parte da nossa gente hoje em dia é portadora de disritmia cerebral. Toda essa gente, quando emocionalmente excitada por manipulação de certas reuniões, pode sofrer certas "experiências", que poderão chegar até ao êxtase.

O Dr. Hélio Hiller, renomado médico neurologista em Araçatuba, São Paulo, professor universitário, convertido . ... estudou as experiências religiosas ou "pseudo-religiosas", analisando-as à luz da Bíblia e da neurologia.

Visões criadas por anomalias mentais. Uma experiência muito explorada pelos espíritas é aquela em que a pessoa está num lugar e, de repente tem a impressão de que já estivera ali antes. A neurologia explica isto como se o cérebro registrasse o fato de ver o lugar em duplicata, como se fosse uma foto batida em cima da outra. É uma anomalia, e há medicamento para curar este tipo de problema; não tem nada a ver com o campo espiritual.

Experiências sobrenaturais produzidas por disfunção cerebral - Relata ainda o referido médico que tumores no cérebro podem ocasionar experiências parecidas com experiências espirituais.

Experiências sobrenaturais produzidas por auto-sugestão - ... está provado que podemos ser auto-sugestionados. Se admitirmos em nossa mente que devemos e queremos ter certa experiência que alguém nos sugeriu ou que lemos em livros, isto acabará acontecendo conosco.

- A experiência do Rei Saul com a pitonisa de En-Dor, registrada em 1 Samuel 28. - Saul, querendo desesperadamente obter a resposta de Samuel, simulou tudo aquilo para ele mesmo, jogando com dados existentes no seu subconsciente - foi um fenômeno meramente mental (1 Sm. 18.20-25).

- Esse tipo de experiência poderá acontecer com milhares de crentes que estão ouvindo a todo o momento, por todos os meios de comunicação, dos lábios enganadores de pregadores inflamados, que eles precisam ver a glória de Deus; que precisam ver cair fogo do céu; que precisam falar "línguas estranhas" para comprovarem que receberam o "batismo no Espírito Santo". E, dependendo da pessoa e de sua estrutura emocional, isso vai acontecer.

Será que isto tudo vem de Deus?
Bem, a prova de que não é de Deus, é que tais experiências geram confusão, divisão e insatisfação em muitos crentes.

As denominações chamadas "carismáticas" se multiplicam dia a dia. Há, entre líderes destes movimentos, verdadeira competição para ver quem tem mais poder, mais gente nas suas igrejas e mais dinheiro para comprar grandes propriedades.

O apóstolo Paulo diz que "virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas..." (2 Tim. 4.3-4).

- A expressão "sã doutrina" refere-se à doutrina que procede de pessoa sadia. "Comichão nos ouvidos", refere-se à insatisfação. Este é, portanto o nosso tempo difícil. E é curioso que a doutrina regula a experiência.

- É por isso que a Bíblia fala muito da importância da doutrina. Por outro lado, quando a experiência começa a regular e a produzir doutrinas, aí saímos dos princípios da Bíblia.


Princípios Bíblicos De Experiências Com Deus
1. Na maioria dos casos, as pessoas que tiveram experiências especiais com deus, não às estavam pedindo ou buscando.
No Velho Testamento
Moisés, por exemplo, quando viu a sarça ardente no Monte Horebe, (Êxodo 3.1-22).
Jacó, diante de situação difícil, foi orar a Deus para resolver o seu problema, mas não estava pedindo nada semelhante à experiência que teve: a de lutar com o próprio Deus e ter até seu nervo da perna tocado pelo Senhor (Gen. 32.22-32).
Ezequiel, que teve aquelas experiências fabulosas relatadas no seu livro, igualmente, havia ido orar, quando as teve. Ele não tinha nada igual na sua mente antes (Ez. 1).
Da mesma maneira podemos pensar de Daniel, Isaías, Jeremias.
As exceções foram os casos de Gideão e Elias - nota-se que ambos pediram um sinal, já dentro de um seguimento de outras experiências e um contexto de exceção e não de regra. Mas em geral, vamos ver que os homens de Deus que tiveram certas experiências espetaculares, não as estavam pedindo, muito menos com modelos prévios em suas mentes.

No Novo Testamento.
No dia de Pentecostes, os discípulos não foram orientados a pedir o Espírito Santo, mas simplesmente a ficar em Jerusalém e esperar (Luc. 24.49).

Pedro - Quando foi orar no terraço da casa de Simão, o curtidor, ele não fazia nenhuma idéia de que iria ter uma visão de um lençol com animais de toda a espécie (Atos 10.9-17); Quando foi libertado da prisão por um Anjo (Atos 12.3-17),

Paulo e Silas, no cárcere de Filipos simplesmente cantavam hinos e oravam, quando Deus mandou um terremoto (Atos 16.23-34);

João, na Ilha de Pátmos, estaria louvando e adorando a Deus no dia do Senhor (domingo - Apoc. 1.9-10). De repente, Deus lhe deu a esplêndida experiência que deu origem à mensagem que temos no Apocalipse.

O Erro dos Líderes do Movimento Carismático

Incutem na mente do povo sofrido dos nossos dias a idéia de que devem pedir o Espírito Santo; que devem falar "línguas estranhas" e a buscar sinais maravilhosos.

Constantemente ouvimos de pessoas quase alucinadas em noitadas de jejum e oração. Elas estão pedindo a Deus que mande fogo do Céu, ou que lhe dê pelo menos um dente de ouro.


2. Uma segunda característica das experiências com Deus, é que nenhuma delas obedecia a um padrão, a um modelo único.
Cada uma delas acontecia de uma maneira, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

- ... chamada de Abraão não foi como a de Moisés. A de Isaías não foi como a de Jeremias, de Ezequiel, nem de Daniel.

No Novo Testamento, a coisa não é diferente.
Nas quatro manifestações históricas do Espírito Santo, não há duas experiências iguais.

- A vinda do Espírito Santo como cumprimento da promessa, foi de uma maneira única.




JERUSALÉM

Atos 2

SAMARIA

Atos 8.13-17

JUDEIA

Atos 10.44-46

DISCIPULOS DE ÉFESO - At 19.4-7

Destinados aos judeus

Destinados aos samaritanos

Destinados aos gentios

Destinados aos batizados por
João

Ação humana:

nenhuma

Sinais do Batismo do Espírito Santo:

Som (vento impetuoso);

Línguas de fogo (visíveis);

Falar em idioma não aprendido

Ação humana:

Imposição de mãos

Sinais do Batismo do Espírito Santo:

Não é mencionado nenhum sinal visível

Ação humana:

Pedro prega

De repente é dito que o Espírito Santo caiu sobre eles

Sinais do Batismo do Espírito Santo:

Falaram "Línguas”

Ação humana:

Imposição de mãos

Sinais do Batismo do Espírito Santo:

Falaram "Línguas”;

profetizaram





3 - Uma terceira característica das experiências com Deus, segundo a Bíblia, é que elas tinham uma finalidade no plano de Deus, e não visavam primeiramente o indivíduo que as experimentava.

No VT
Deus não deu a Moisés a experiência da sarça que ardia e não se consumia, só para satisfazer os caprichos do Seu servo. Antes, Deus tinha um propósito geral para o Seu povo no Egito.
Assim foram todas as outras experiências, como a de Gideão, Isaías, Jeremias, Daniel, e tantos outros.

No NT
A experiência inicial com o Espírito Santo em Atos 2, 8, 10 e 19 foi para demonstrar a todos, e não deixar dúvida, de que a promessa da vinda do Espírito Santo havia se cumprido, e incluía todos os que genuinamente cressem em Cristo, não só judeus, como também, samaritanos, gentios, e até aos batizados só batismo de João, depois não é mais registrada nem um sinal visível do Batismo do Espírito .

A experiência do dom de línguas, tinha apenas um propósito de falar por gente de outras línguas ao povo de Israel, conforme Isaías 28.11; 1 Cor. 14.21-22). - Este era o propósito. E, de acordo com as regulamentações dos "dons espirituais", que eram dados para o que fosse útil (1 Cor. 12.7), uma vez cumprida a profecia e afastada a sua utilidade, o dom cessaria.

4 - Um outro princípio sobre este assunto é que as experiências registradas pela Bíblia foram reais e não fruto de alucinação ou qualquer outro problema humano.
Moisés e a visão da sarça ardente - duas razões principais porque essa experiência foi real, por: a) Moisés, em toda a sua vida, evidenciou-se um homem mentalmente sadio. Com 120 anos de vida, o vigor não havia saído do seu rosto (Deut. 34.7). b) Por outro lado, as instruções dadas por Deus durante a visão, foram cabalmente cumpridas e registradas na Bíblia.
Saulo de Tarso no caminho de Damasco. A despeito de algumas diferenças pequenas nas três narrativas: Atos 9.1-18; 22.1-16 e 26.9-18, nota-se que a experiência não foi meramente mental ou subjetiva, porque: Os homens que estavam com ele viram a luz (22.9); Ouviram a voz que falava com ele; só não entenderam o significado das palavras, uma vez que se falava em Hebraico (Atos 9.7; 22.14); Todos caíram por terra juntamente com Paulo (22.14); Todos constataram que ele ficou cego durante algum tempo (9.8; 22.11).

Conclusão Sobre Experiências De Natureza Sobrenatural:
O que temos que fazer é deixar de procurar e buscar certas experiências e confiar ao Senhor a trajetória de nossas vidas. Na verdade, o crente vive pela fé: "Andamos por fé e não por vista", dizia Paulo (2 Cor. 5.7). E Jesus disse: "... Bem-aventurados os que não viram e creram" (João 20.29).

Fonte: Jornal Batista

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Denominação americana aprova oficialmente a ordenação de oficais gays

Segue-se uma maioria dos votos dos 173 presbitérios (organismos que regem o distrito) nesta terça-feira (10/05/2011) para alterar a constituição da igreja a fim de permitir que membros que matenham relacionamento com pessoas do mesmo sexo sejam ordenados como pastores, ministros, presbíteros e diáconos.

A mudança acaba com a exigência constitucional para os oficiais de viverem na fidelidade dentro da instituição do casamento entre um homem e uma mulher, ou a castidade no celibato.
Também termina 33 anos de disputa entre partidários e adversários do movimento e inverte o resultado de uma votação-chave de dois anos atrás, quando a maioria dos presbitérios vetaram a proposta.
No ano passado, na Presbyterian Church USA (Denominação Presbiteriana dos Estados Unidos) o seu mais alto órgão legislativo votou para retirar a proibição contra a ordenação do clero homossexual. Foi a quarta vez, desde 1997, que a Assembleia Geral aprovou uma resolução deste tipo. Anteriormente, a medida foi rejeitada pelos presbitérios da denominação quatro vezes seguidas. O voto da maioria dos presbitérios é necessária para alterar a constituição da Igreja.
Durante o ano passado, presbitérios votaram para aprovar a alteração da constituição da Igreja e desta vez, 19 presbitérios que haviam votado contra o movimento mudaram seu voto, talvez por consequência da saída de muitos membros conservadores nos últimos anos. Na terça-feira, o presbitério de Twin Cities tornou-se o oitavo sétimo presbitério a apoiar o movimento, esse foi o voto decisivo para dar a luz verde.
A Igreja Unida de Cristo, a Igreja Evangélica Luterana na América e na Igreja Episcopal já permitem a ordenação dos candidatos abertamente gays.
A ordenação do gay Gene Robinson, em 2003, causou uma fissura irreversível na Igreja Episcopal, que levou à separação dos membros ortodoxos e a formação de um novo corpo, a Igreja Anglicana na América do Norte. Embora a Comunhão Anglicana, da qual faz parte do TCE, proíbe abertamente o clero homossexual, do TCE aprovou uma resolução em 2009 a abertura do processo de ordenação à todos os membros batizados, o que inclui homossexuais praticantes.
Divisão também vem ocorrendo na ELCA , que abriu as portas para as lésbicas e clérigos homossexuais em 2009. Embora o corpo da igreja Presbiteriana não tivesse aprovado a ordenação gay até este ano, muitas congregações ortodoxas foram levadas ao descontentamento com o rumo liberal que já estava se movendo dentro da denominação, de acordo com levantamento da própria denominação, cerca de 100 congregações de 11 mil já deixaram a PC (USA) nos últimos cinco anos, com a perspectiva de que mais membros podem em breve se juntar a eles.
Um grupo conservador na denominação, presbiterianos para a renovação, disse em uma indicação terça-feira que estava considerando a possibilidade de formação de novas bolsas de convênio "dentro e talvez para além da PC (USA)."
Estas bolsas seriam baseadas em acordo de mais fidelidade teológica e "apoio contínuo à fidelidade bíblica", disse.
"Embora a votação em curso nos presbitérios restante seja importante, tanto como meio de testemunho fiel, e por uma questão de compreensão do estado de nossas divisões, o padrão bíblico da fidelidade no matrimônio entre um homem e uma mulher e a castidade no celibato em breve será removida como uma norma explícita denominacional para a ordenação e / ou posse de oficiais na igreja ", disse o grupo.
"Estamos profundamente aflitos com esta ação infiel, pois traz um grande prejuízo para a vida e o testemunho da PC (USA)", continuou. "Nós temos orado para que nossa denominação matenha esse padrão bíblico, e temos trabalhado para mantê-lo. Mas agora uma linha foi cruzada.
"A revisão do nosso Livro de Ordem sinaliza uma grande mudança em nossa vida de aliança e uma partida a partir das crenças e práticas da igreja histórica e global. Nós que estamos comprometidos com retendo o ensino claro da Escritura deve orar e trabalhar ainda mais para discernir a forma de avançar com fidelidade bíblica e por uma denominação que perdeu o seu caminho. "
Outra denominação protestantes, a Igreja Metodista Unida, ainda está debatendo o assunto. A muito menor e mais conservadora Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos proíbe a ordenação de mulheres e de candidatos declaradamente gays.


Fonte: Christianpost.com