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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Fundação Outreach se manifesta sobre as exigências para a ordenação na PCUSA

MANIFESTO DA DIRETORIA DA FUNDAÇÃO OUTREACH

Uma resposta às mudanças de exigências para a ordenação na PC(USA)

A maioria dos presbitérios da Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA) aprovou, recentemente, a Emenda 10-A ao seu Livro de Ordem,o qual é parte da Constituição da denominação. Esta decisão removeu as exigências que estabeleciam a obrigatoriedade de vida em fidelidade dentro da aliança de casamento entre um homem e uma mulher ou castidade para os solteiros como padrões para a ordenação.

A Diretoria da Fundação Outreach discorda e lamenta este distanciamento do que a Bíblia ensina claramente a respeito do bondoso dom de Deus, que é a sexualidade. Cremos que todas as pessoas são chamadas a viver ou em fidelidade na aliança do casamento entre um homem e uma mulher ou em castidade no celibato. Muitas igrejas e parceiros globais com quem trabalhamos têm expressado sua profunda preocupação com essa mudança nos padrões para a ordenação.

Como organização missionária independente, livre para desenvolver e buscar apoio financeiro para a missão evangelizadora à qual Deus tem nos chamado, queremos reafirmar que as parcerias em missão e o trabalho da Fundação Outreach continuarão a refletir nossa convicção de que:

Jesus Cristo é o verdadeiro Senhor e Salvador. Não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12).

A única e verdadeira autoridade da igreja é o Senhor, o qual tem dado sua Palavra como guia supremamente confiável de fé e prática.

O propósito principal da humanidade é o de viver para a honra e a glória de Deus.

Cada igreja é chamada a organizar sua vida e a concentrar seus recursos no propósito principal de ser agente da missão de Deus no mundo.

A utilidade de qualquer organização ou corpo eclesiástico, incluindo a Fundação Outreach, é determinada pela sua fidelidade à missão de Deus, à qual Ele nos chama em Cristo.

Neste momento em que as necessidades da igreja e do mundo são grandes, reafirmamos nossa missão de conectar presbiterianos com a missão de Deus, de forma vital e transformadora. Ficamos entusiasmados ao ver a ação de Deus no mundo. Regozijamo-nos pelo fato de que Deus continua a usar presbiterianos dedicados no trabalho de fazer convergir em Jesus Cristo todas as coisas. Agora, mais do que nunca, estamos comprometidos a proclamar as boas novas de Cristo, juntamente com nossos parceiros globais.

Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na Igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém (Ef 3.20-21).

Portal da IPI do Brasil

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Fieis levam pedidos na sola do pé durante Marcha para Jesus em SP

Fieis escreveram pedidos a Deus que foram
colocados na sola de calçados
(Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Fisioterapeuta diz ter tido graças alcançadas em eventos anteriores.
Celebração começou por volta das 10h e deve durar até a noite.

Fieis que participavam da Marcha para Jesus, realizada desde as 10h desta quinta-feira (23) em ruas da Zona Norte de São Paulo, levavam na sola de seus calçados papéis com pedidos a Deus. A expectativa da organização é que cerca de 5 milhões de pessoas participem do evento, que conta com dezenas de shows e termina apenas por volta das 21h30.

A fisioterapeuta Vanessa da Silva Ramos, de 32 anos, garante que os pedidos são atendidos. “Essa é a oitava vez que venho na Marcha. Nesse tempo, perdi a conta dos milagres que recebi.” Entre as graças, ela destaca a estabilidade financeira e familiar. “Antes em casa era muita bagunça. Agora está tudo bem. Há muita paz em meu lar.”

Quem também acredita no poder espiritual da caminhada é a vendedora Márcia Rodrigues, de 40 anos. Ela conta que logo que meses após se converter e “entregar a vida a Deus”, há 11 anos, abandonou o vício no cigarro que a prejudicava havia 20 anos.

Milhares de pessoas caminhavam desde a estação de Metrô Tiradentes em direção à Praça Heróis da FEB, na Zona Norte, onde um palco estava montado para os shows de bandas e cantores evangélicos. Trios elétricos tocando música gospel era seguido de perto por uma multidão de crianças, adultos e idosos.

Famílias inteiras aproveitavam para agradecer o que consideram milagres. E aproveitavam para pedir mais graças. “Eu quero muita saúde e paz”, disse o vendedor Reginaldo Santana, de 25 anos. Ele e a mulher, a enfermeira Amanda Santana, de 25 anos, e o filho, Luiz, de 1 ano e 4 meses. “É uma verdadeira bênção essa caminhada. É um dia dos 365 do ano que separamos para Deus”, afirmou. “Vale a pena isso.”

Fonte: G1 Notícias

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bancada evangélica pressiona e Dilma proíbe o kit gay

A presidente da República, Dilma Rousseff, acaba de derrubar o programa do Ministério da Educação chamado de Kit gay pelos opositores - as bancadas evangélica e católica e, principalmente, o militar e deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).




Em encontro há pouco no Palácio do Planalto com 20 deputados da Frente da Família, a presidente garantiu que o material não será distribuído pelo MEC às escolas públicas do país.

O chamado kit gay é composto por três filmetes e cartilhas, material bancado pelo MEC. Num dos pontos mais polêmicos, nos vídeos, há imagens de meninos de 12 anos se beijando na boca, o que os parlamentares consideraram uma ofensa à honra familiar e um incentivo à homossexualidade infantil. Os vídeos podem ser assistidos no http://www.fenasp.com/.

Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, em declarações à imprensa, ele não acompanhou a confecção do material.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, afirmou, nesta quarta-feira, que a presidente Dilma Rousseff determinou a suspensão do material do Ministério da Educação (MEC) de combate à homofobia nas escolas, apelidado de "kit gay". "O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. Daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade", afirmou o ministro, em referência aos vídeos e cartilhas que compõem o kit.

De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir com os ministros da educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para discutir sobre o material. "Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia", ressaltou.

Nessa terça-feira, o deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) e outros parlamentares da bancada evangélica da Câmara dos Deputados ameaçaram endossar a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, para dar explicações sobre a multiplicação patrimonial. Porém, a ameça de usar Palocci como "moeda de troca" não teve adesão total dos deputados evangélicos. “Uma coisa [kit anti-homofobia] não tem nada a ver com a outra [caso Palocci]. Devemos convocar o ministro se acharmos que ele foi desonesto, não para tratar de um assunto que nada tem a ver com a nossa posição”, afirmou o deputado federal mineiro Lincoln Portela (PR).

Após reunião com a bancada evangélica, nesta quarta-feira, o ministro Gilberto Carvalho negou um possível "toma lá, da cá" entre o governo e os deputados. "Nós falamos que eles tomassem as atitudes que achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que estavam falando", afirmou.
 
Fonte: Informe JBÚltimas Notícias

sábado, 21 de maio de 2011

Ricardo Gondim, despede-se da revista ULTIMATO

Despeço-me da Revista Ultimato

Ricardo Gondim

Após quase vinte anos, fui convidado a “des-continuar” minha coluna na revista Ultimato. Nesta semana, recebi a visita de Elben Lenz Cesar, Marcos Bomtempo e Klênia Fassoni em meu escritório, que me deram a notícia de que não mais escreverei para a Ultimato. Nessa tarde, encerrou-se um relacionamento que, ao longo de todos esses anos, me estimulou a dividir o coração com os leitores desta boa revista. Cada texto que redigi nasceu de minhas entranhas apaixonadas.

Fui devidamente alertado pelo rev. Elben de que meus posicionamentos expostos para a revista Carta Capital trariam ainda maior tensão para a Ultimato. Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis.

O reverendo Elben Lenz Cesar, por quem tenho a maior estima, profundo respeito e eterna gratidão, acrescentou que discordava também sobre minha afirmação ao jornalista de que “Deus não está no controle”. Ressalto, jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos corolários que faço: amor e controle se contradizem. De fato, nunca aceitei a doutrina da providência como explicitada pelo calvinismo e não consigo encaixar no decreto divino: Auschwitz, Ruanda ou Realengo. Não há espaço em minhas reflexões para uma “vontade permissiva” de Deus que torne necessário o orgasmo do pedófilo ou a crueldade genocida.

Por último, a Klênia Fassoni advertiu-me de que meus Tweets, somados a outros textos que postei em meu site, deixam a ideia de que sou tempestivo e inconsequente no que comunico. Falou que a minha resposta à Carta Capital sobre a condição das igrejas na Europa passa a sensação de que sou “humanista”. Sobre meu “humanismo”, sequer desejo reagir. Acolho, porém, a recomendação da Klênia sobre minha inconsequência. Peço perdão a todos os que me leram ao longo dos anos. Quaisquer desvarios e irresponsabilidades que tenham brotado de minha pena não foram intencionais. Meu único desejo ao escrever, repito, foi enriquecer, exortar e desafiar possíveis leitores.

Resta-me agradecer à revista Ultimato por todos os anos em que caminhamos juntos. Um pedaço de minha história está amputada. Mas a própria Bíblia avisa que há tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Meu amor e meu respeito pela família do rev. Elben, que compõe o corpo editorial da Ultimato, não diminuíram em nada.

Continuarei a escrever em outros veículos e a pastorear minha igreja com a mesma paixão que me motivou há 34 anos.

Fonte: http://www.ricardogondim.com.br/

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Evangélicos tentam anular decisão do STF sobre união homoafetiva

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) começa a articular investida para tentar anular os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à união homoafetiva. O grupo está colhendo assinaturas e vai apresentar um requerimento para a convocação de uma comissão geral no plenário da Câmara dos Deputados, objetivando discutir o assunto.

No último dia 5, a corte máxima da Justiça brasileira decidiu, por 10 votos a zero, reconhecer a união homossexual estável como unidade familiar. Na prática, ela foi equiparada à relação estável entre homem e mulher, permitindo que direitos e deveres comuns aos casais heterossexuais sejam estendidos aos casais do mesmo sexo. Conquista para o movimento gay, desconforto para os segmentos religiosos mais conservadores.

"Achamos que o remédio para isso é o Parlamento aprovar um projeto de decreto legislativo, com fundamento na Constituição Federal, que diz caber ao Parlamento zelar pela sua competência. O remédio que tem é sustar, através do decreto legislativo, os efeitos dessa decisão (do Supremo)", disse o presidente da FPE, deputado João Campos (PSDB-GO). "Agora, se a Casa terá esse mesmo entendimento e irá aprovar, evidentemente, depende de um debate a partir da apresentação desse projeto. Esta é a nossa disposição".

Na avaliação João Campos, o Supremo vem praticando um "ativismo judicial perigoso", invadindo e atropelando a competência do Legislativo.

"Isso é muito ruim para o Estado Democrático de Direito, pois ofende o princípio da separação de poderes, fere o princípio do equilíbrio entre os poderes. O Judiciário não tem legitimidade democrática para alterar nenhuma norma", afirma Campos. "Ele pode interpretar. Em alguns casos, como o da união homoafetiva, como o da fixação do quantitativo das câmaras de vereadores, como o da fixação das regras para o uso de algemas, o Judiciário não interpretou lei nenhuma, mas legislou. Isso é um absurdo. É como se o Parlamento, em nome da demora do poder Judiciário, avocasse processos aqui para que nós pudéssemos dizer a sentença".

Sobre as críticas de que o STF teria sido impelido a se posicionar em relação à união estável homoafetiva diante da suposta inércia, do vácuo deixado pelo Legislativo, Campos rebate:

"Esse argumento é falacioso. Se a própria Constituição e o Código Civil criaram uma regra, que, do meu ponto de vista, não cabe nem interpretação de tão clara que é, não há vácuo. Outro argumento que os ministros do Supremo utilizaram foi o da demora do Parlamento em deliberar. Onde é que está escrito que, quando o Parlamento demora a decidir por que a sociedade não constituiu dentro dele uma maioria acerca daquele assunto, outro poder tem que decidir?", questiona Campos. "Se o argumento da demora vale para o Judiciário, então, vale para o Legislativo em relação ao Judiciário. Então, nós poderíamos alocar o processo do mensalão, que está quase prescrevendo sem que o Judiciário se pronuncie, e dizermos a sentença. Isso não tem cabimento".

"Kit gay"

O material do projeto 'Escola sem Homofobia', elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) para ser distribuído em colégios da rede pública, também vai receber marcação cerrada dos religiosos.

Segundo João Campos, que participou na quarta-feira (19) da reunião entre deputados evangélicos, católicos e o ministro Fernando Haddad, ficou acertado que a Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar da Família e a bancada católica irão compor uma comissão para examinar o material, que recebeu a pecha de "kit gay":

"Esta comissão será nossa interlocução com o MEC. Ela, em nosso nome, irá examinar o conteúdo do kit, que não será aprovado antes de ser avaliado pela comissão. A ideia é verificar se há excessos sob nossa visão"

O deputado afirma ainda que, se forem atendidas todas as exigências da comissão, não há objeção quanto à aprovação do material anti-homofobia. Entretanto, pondera em tom de crítica:

"Se ele se adequar àquilo que achamos razoável do ponto de vista pedagógico, não há por que ter objeção. Só achamos que o governo, ao invés de fazer um material que previna preconceito, discriminação a gays, deveria elaborar um material que pudesse prevenir preconceito, violência contra qualquer pessoa. Por que um material apenas para este segmento?", questiona.

Campos confronta a ideia de que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais seriam mais vulneráveis à violência em razão da intolerância.

"A sociedade brasileira não é intolerante, preconceituosa. Graças a Deus, as ocorrências de intolerância em relação a preconceitos são muito pontuais. Pela nossa formação, essa miscigenação que ocorreu no Brasil, somos uma síntese da sociedade mundial. Mas o que parece é que o governo brasileiro e o movimento homossexual querem vender para o mundo que a sociedade brasileira é intolerante. Querem criminalizar condutas, oferecer toda uma estrutura de governo para enfrentar a intolerância. Se for assim, teremos que criar um plano nacional de cidadania para os religiosos, para os ciganos, daí por diante, com a mesma linha, com a mesma estrutura, o mesmo financiamento do voltado para o movimento homossexual".

Na interpretação de João Campos, as estatísticas sobre crimes motivados por homofobia no Brasil não encontram paralelo com a realidade:

"Todos nós somos contra a violência. Isso é base, fundamento do cristianismo. Mas há dados hoje que nos preocupam. Não batem. Tem situações em que o homossexual foi vítima de uma lesão corporal, um homicídio, mas não por homofobia. Foi um desentendimento numa boate etc. Aí, colocam tudo isso numa estatística como se fosse homofobia. É como se colocássemos todos os religiosos que foram vítimas de violência num determinado mês e falássemos que a motivação foi religiosa. Há dados que indicam que os maiores algozes do homossexual são os próprios parceiro deles. Se o autor é o companheiro, certamente a motivação não é homofobia".

Vazamento

Durante a reunião com parlamentares católicos e evangélicos, o ministro da Educação, Fernando Haddad, negou que alguns materiais em circulação, atribuídos ao kit anti-homofobia, tenham sido aprovados pelo MEC.

"O ministro disse que o governo contratou uma empresa para elaborar o material, que só agora o apresentou ao ministério. Segundo ele, houve um vazamento. Nós estamos presumindo que o vazamento partiu da empresa contratada. Aí, o nosso questionamento, como uma empresa contratada pelo governo para elaborar um material dessa natureza, se antecipa e coloca na mídia? Queremos que seja apurada a responsabilidade. Senão, vamos concluir que houve concordância, aquiescência do governo. Mas independentemente de ele ter concordado, vamos fazer uma representação para que isso aconteça", avisa Campos.

Ana Cláudia Barros
Fonte: Jornal do Brasil
Via: Eleitos de Deus

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Grupo "cristão" americano afirma que o mundo vai acabar no dia 21 de maio de 2011


Fieis da Family Radio seguram cartaz avisando sobre o fim do mundo, nos EUA
Um novo alerta apocalíptico chegou ao Brasil com um aviso: o fim pode estar mais próximo do que se imagina.





Um grupo cristão dos Estados Unidos, com representantes em Belo Horizonte, está rodando o Brasil para divulgar a tese de que o juízo final está marcado para 21 de maio – e não para 2012, segundo a popular profecia feita pelos maias.

Com propagandas os evangélicos da Family Radio fazem malabarismo com números e datas da Bíblia para garantir que há provas de que o mundo vai acabar nos próximos meses. E em Iguatu o grupo americano conquistou dois simpatizantes que moram nas Barreiras dos Pinheiros e estão propagando a idéia na cidade, “ eu acredito na bíblia e eles estão certos, acontecerá neste dia o arrebatamento e o início do fim do mundo “ disse o senhor Neto.



O radialista Pinheirinho da Rádio Liberdade AM acompanhou o lado da reportagem do site Iguatu.net as declarações dos irmãos, ” é algo que eles acreditam, mas formos procurados por populares em nosso programa da Liberdade AM e demonstravam preocupação com a atitude deles” enfatizou.

No site do Estadão de São Paulo, o presidente da Family Radio, Harold Camping, falou sobre o assunto, o mesmo chegou à conclusão que o fim do mundo será em 21 de maio de 2011 após estudar a Bíblia. Segundo a Family Radio, o fim do mundo ocorrerá sete mil anos depois de 4990 a.C., ano do dilúvio universal em que somente Noé e sua arca se salvaram. O dia exato saiu de outro cálculo. De acordo com a interpretação do grupo, o Juízo Final ocorrerá no 17º dia do segundo mês do calendário bíblico moderno, ou seja, 21 de maio.

“A Bíblia Sagrada dá mais provas incríveis que no dia 21 de maio de 2011 é exatamente o momento do Juízo Final” acrescenta no site do grupo. Family Radio considera que os não crentes sofrerão um poderoso terremoto que provocará vários meses de caos na Terra.

Segundo o porta-voz do grupo, Gunther von Harringa, o mundo irá acabar em um grande terremoto que durará 153 dias, na Nova Zelândia. O desastre natural, então, irá avançar em direção ao leste.

"O mundo existe há 13.023 anos, mas Deus esgotou sua paciência com o mundo. Esta é a realidade", disse ao jornal canadense "Globe and Mail".

Harringa contou que somente cerca de 170 milhões de pessoas irão se salvar e ir diretamente para o céu.

No entanto, a Family Radio já tentou adivinhar o fim do mundo uma vez, em 1994, e, obviamente errou. Para justificar, o grupo explicou que errou nas contas e que passou todo esse tempo revisando as passagens bíblicas para, enfim, chegar na data de 21 de maio.

A Family Radio, que foi fundada há mais de 50 anos por Harold Camping, é sediada em Oakland, na Califórnia, mas tem membros em vários países do mundo, inclusive no Brasil. No entanto, o grupo, que fica em Belo Horizonte (MG) desligou os telefones e se recusa a responder e-mails sobre o assunto.

Site do Grupo Religioso

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Denominação americana aprova oficialmente a ordenação de oficais gays

Segue-se uma maioria dos votos dos 173 presbitérios (organismos que regem o distrito) nesta terça-feira (10/05/2011) para alterar a constituição da igreja a fim de permitir que membros que matenham relacionamento com pessoas do mesmo sexo sejam ordenados como pastores, ministros, presbíteros e diáconos.

A mudança acaba com a exigência constitucional para os oficiais de viverem na fidelidade dentro da instituição do casamento entre um homem e uma mulher, ou a castidade no celibato.
Também termina 33 anos de disputa entre partidários e adversários do movimento e inverte o resultado de uma votação-chave de dois anos atrás, quando a maioria dos presbitérios vetaram a proposta.
No ano passado, na Presbyterian Church USA (Denominação Presbiteriana dos Estados Unidos) o seu mais alto órgão legislativo votou para retirar a proibição contra a ordenação do clero homossexual. Foi a quarta vez, desde 1997, que a Assembleia Geral aprovou uma resolução deste tipo. Anteriormente, a medida foi rejeitada pelos presbitérios da denominação quatro vezes seguidas. O voto da maioria dos presbitérios é necessária para alterar a constituição da Igreja.
Durante o ano passado, presbitérios votaram para aprovar a alteração da constituição da Igreja e desta vez, 19 presbitérios que haviam votado contra o movimento mudaram seu voto, talvez por consequência da saída de muitos membros conservadores nos últimos anos. Na terça-feira, o presbitério de Twin Cities tornou-se o oitavo sétimo presbitério a apoiar o movimento, esse foi o voto decisivo para dar a luz verde.
A Igreja Unida de Cristo, a Igreja Evangélica Luterana na América e na Igreja Episcopal já permitem a ordenação dos candidatos abertamente gays.
A ordenação do gay Gene Robinson, em 2003, causou uma fissura irreversível na Igreja Episcopal, que levou à separação dos membros ortodoxos e a formação de um novo corpo, a Igreja Anglicana na América do Norte. Embora a Comunhão Anglicana, da qual faz parte do TCE, proíbe abertamente o clero homossexual, do TCE aprovou uma resolução em 2009 a abertura do processo de ordenação à todos os membros batizados, o que inclui homossexuais praticantes.
Divisão também vem ocorrendo na ELCA , que abriu as portas para as lésbicas e clérigos homossexuais em 2009. Embora o corpo da igreja Presbiteriana não tivesse aprovado a ordenação gay até este ano, muitas congregações ortodoxas foram levadas ao descontentamento com o rumo liberal que já estava se movendo dentro da denominação, de acordo com levantamento da própria denominação, cerca de 100 congregações de 11 mil já deixaram a PC (USA) nos últimos cinco anos, com a perspectiva de que mais membros podem em breve se juntar a eles.
Um grupo conservador na denominação, presbiterianos para a renovação, disse em uma indicação terça-feira que estava considerando a possibilidade de formação de novas bolsas de convênio "dentro e talvez para além da PC (USA)."
Estas bolsas seriam baseadas em acordo de mais fidelidade teológica e "apoio contínuo à fidelidade bíblica", disse.
"Embora a votação em curso nos presbitérios restante seja importante, tanto como meio de testemunho fiel, e por uma questão de compreensão do estado de nossas divisões, o padrão bíblico da fidelidade no matrimônio entre um homem e uma mulher e a castidade no celibato em breve será removida como uma norma explícita denominacional para a ordenação e / ou posse de oficiais na igreja ", disse o grupo.
"Estamos profundamente aflitos com esta ação infiel, pois traz um grande prejuízo para a vida e o testemunho da PC (USA)", continuou. "Nós temos orado para que nossa denominação matenha esse padrão bíblico, e temos trabalhado para mantê-lo. Mas agora uma linha foi cruzada.
"A revisão do nosso Livro de Ordem sinaliza uma grande mudança em nossa vida de aliança e uma partida a partir das crenças e práticas da igreja histórica e global. Nós que estamos comprometidos com retendo o ensino claro da Escritura deve orar e trabalhar ainda mais para discernir a forma de avançar com fidelidade bíblica e por uma denominação que perdeu o seu caminho. "
Outra denominação protestantes, a Igreja Metodista Unida, ainda está debatendo o assunto. A muito menor e mais conservadora Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos proíbe a ordenação de mulheres e de candidatos declaradamente gays.


Fonte: Christianpost.com

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Questão do Desarmamento no Brasil


O desarmamento serve para desarmar o cidadão e armar os bandidos.
Por Victor Targino de Araujo
Trazer à tona, novamente, esta questão, demonstra, no mínimo, a leviandade e hipocrisia com que o legislador e as autoridades tratam a segurança pública no Brasil, sobretudo quanto à presença de armas de fogo na sociedade.

Proibir, quando é possível uma regulamentação e controle, ainda que rígidos, por parte do Estado, é um retrocesso. O acesso lícito às armas pela população civil, no Brasil, é alvo de uma das legislações mais duras, cujo controle é feito minuciosamente pela autoridade pública. Porém, em contrapartida, existem armas ilícitas no país aos montes - inclusive algumas que nem o exército possui - reforçando os arsenais de bandidos e organizações criminosas pelo território nacional.

Destarte, somente o cidadão de bem, se preocuparia em atender a todos os requisitos legais para obter uma arma, efetuando seu devido registro, pagando impostos e efetuando testes psicológicos. Que dirá obter porte de arma, algo ainda mais difícil e restrito. Portanto, não resta dúvida, que para roubar, matar, extorquir mediante seqüestro etc., os criminosos vão recorrer ao mercado clandestino, livre e de muito mais fácil acesso que o pequeno e limitado, mercado lícito. Ora, por que o legislador, ao invés de tentar coibir o tráfico e a criminalidade, tenta reprimir o cidadão de bem, retirando-lhe o direito de adquirir uma arma em uma loja, seja qual for o motivo (coleção, desporto, defesa etc.), e equiparando-o a um meliante da pior espécie, que busca, na ilicitude, desafiar o patrimônio, a liberdade e a vida das pessoas?

Desarmar populações civis sempre foi atitude corriqueira na cartilha de governos desumanos e autoritários. Hitler, Stalin, Mao-Tsé-Tung, Pol Pot, compõem o rol de déspotas que se utilizaram desta prática, como forma de opressão e dominação sócio-política sobre seus subjugados, isto é, o povo. Por que o Brasil, um Estado Social e Democrático de Direito, deveria associar sua imagem a governos conduzidos por pessoas do mais baixo caráter, cuja restrição de direitos civis e cujo desrespeito aos direitos humanos sempre foram elementos norteadores de suas condutas?

Notório que a esmagadora maioria dos crimes que ocorrem no Brasil, são cometidos mediante uso de arma de fogo obtida no “mercado negro”, seja ela proveniente do exterior ou não. Isto reforça a ideia de que, o legislador, ao retomar a proposta de desarmamento, visa coibir aquele cidadão que, dentro da lei, quer comprar sua arma de fogo. Não resta dúvida de que o “matador do Realengo” não adquiriu sua arma em qualquer loja, sequer possuía porte e tampouco participou de qualquer teste psicológico – e se o tivesse feito, certamente não seria autorizado a tê-la –, tornando a sociedade, mais uma vez, refém do tráfico de armas e da hipocrisia do legislador, que propõe cercear um direito concedido a um cidadão de bem, mas por outro lado, não traz qualquer medida ou solução para as armas ilícitas presentes aos montes na Federação, objetos da grande maioria dos crimes cometidos.

Mesmo a menor parcela dos crimes no Brasil, aqueles mediante armas de fogo lícitas, são em sua maioria, praticados por autoridades, sejam elas policiais, promotores, juízes etc., que possuem e continuarão possuindo porte de arma, qualquer que seja o resultado de um futuro plebiscito ou referendo. Tal medida proposta pelo Senado atingiria, somente, a parte mínima da mínima dos ilícitos penais cometidos na República, dando a entender que o legislador prefere dar atenção aos menores problemas possíveis e deixar com que os grandes se resolvam sozinhos.

Isto leva a crer que, enquanto, na mídia, trata-se insistentemente de questões já resolvidas por referendo, como esta, fatos muito mais importantes, como o tráfico e comércio de armas ilícitas, ou a falta de aparelhamento das polícias e exército para um combate mais rígido à criminalidade, são deixadas ao léu pelas autoridades públicas. Mesmo as formas de participação popular direta, pilares norteadores da democracia, como plebiscitos, referendos e consulta pública, são deixadas de lado pelo Parlamento, ignorando-se o interesse do povo em decidir o melhor para o país. Desde a promulgação da atual Carta Magna, em 1988, só houve um plebiscito (forma de governo) e um referendo (desarmamento!), atingindo-se a incrível média de um a cada 11 anos. Agora, insiste o legislador em discutir, por plebiscito ou referendo, o que fora discutido em outro referendo.

O curioso é que, não obstante a escassíssima utilização das formas de consulta popular, o legislador pretende empregá-las duas vezes para o mesmo assunto, fazendo parecer com que o povo brasileiro pudesse ter decidido equivocadamente na primeira vez. Portanto, não só a extinção de um direito, mas reacender a ideia de desarmamento hoje, no Brasil, ao promover outro referendo ou plebiscito, é, conforme bem colocado nas palavras do Presidente da OAB, Dr. Ophir Cavalcante, “um desrespeito à vontade popular manifestada em referendo realizado em 2005”. Não há dúvida que, por ora, a referida questão está superada, e que esta atitude de “bater na tecla”, por parte do Senado, não deixa de ser uma inegável afronta à soberania popular, que encerrou, há apenas cinco anos, o presente debate.

Fonte: Desarmamento no Brasil

quinta-feira, 7 de abril de 2011

“Ele sabia o que estava fazendo”

Para o psiquiatra forense Talvane Marins de Moraes, ex-diretor da Polícia Técnica do Rio de Janeiro, a hipótese mais provável é de que o assassino em massa de Realengo fosse esquizofrênico; um delírio místico pode tê-lo motivado a praticar o massacre.






A tragédia perpetrada em Realengo, no Rio de Janeiro, por Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, lembra ao psiquiatra forense Talvane Marins de Moraes, ex-diretor da Polícia Técnica fluminense, outro crime que chocou o País: o caso do “atirador do shopping”. O criminoso em questão, o ex-estudante de Medicina Mateus da Costa Meira”, matou três pessoas ao abrir fogo com uma submetralhadora contra a plateia que, em 3 de novembro de 1999, assistia a um filme em cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo.

“O 'atirador do shopping', ficou comprovado, é esquizofrênico. Ainda é preciso realizar a a 'autópsia psicológica' do atirador de Realengo – ou seja, buscar informações, e conversar com parentes, amigos e colegas, para tentar levantar identificar as causas e motivações que o levaram a praticar o crime –, mas eu diria, numa primeira análise, que o rapaz que atacou a escola nesta manhã também devia sofrer de esquizofrenia”, afirma Moraes.

Esquizofrênicos vivem em um mundo à parte. Nos casos mais graves, os portadores do distúrbio se sentem permanentemente perseguidos e ameaçados. Há alguns anos, lembra o psiquiatra, um esquizofrênico foi ao consultório de seu médico, no Rio, e o matou a tiros, descarregando todas as balas de um revólver. “Ele disse à Polícia que não teve opção, pois o médico havia implantado um chip em seu cérebro e monitorava seus movimentos. O detalhe é que ele realmente acreditava naquela história”, diz Moraes.

Assim como no caso do chip, o massacre de Realengo foi premeditado. Para o psiquiatra forense, Wellington não estava sob efeito de drogas ou era portador de grave distúrbio mental que comprometesse seu raciocínio. Tanto é que, segundo relatos de testemunhas, teria dito ao segurança da escola que iria dar uma palestra no local e, depois, solicitou seu histórico escolar na unidade a uma funcionária. “Se estivesse drogado ou fora de si, o rapaz já teria começado a matança pelo segurança. Ele executava um plano, sabia o que estava fazendo, e estava munido de uma ira muito forte”, assinala o especialista.

Por que o atirador deu preferência às meninas, matando dez alunas e um garoto? Uma hipótese, segundo Moraes, é de um delírio místico, até porque Wellington teria abraçado o islamismo. Com base em informações sobre atos de violência contra mulheres no mundo muçulmano, ele poderia ter definido o gênero prioritário de seus jovens alvos. “Vítimas de delírios místicos acreditam que falam com Deus, ouvem vozes e convocações 'divinas' e, por vezes, acreditam que são, elas próprias, divindades”, observa Moraes.

O psiquiatra forense não tem a menor dúvida de que o assassino em massa do Realengo foi influenciado, também, por notícias sobre outros massacres, como os de Columbine e Virginia Tech, nos Estados Unidos. Esse fenômeno, aliás, é comprovado cientificamente, como destaca Moares. “Nos anos 1970, um estudo acadêmico constatou uma “febre” de suicídios na Ponte Rio-Niterói após a divulgação do primeiro caso, de um homem que pulou do vão central”, conta ele. “Como o mundo 'diminuiu', com o notável avanço das telecomunicações, esse fator de risco se torna mais preocupante.”

Fonte: Brasil 247

sábado, 26 de março de 2011

Pr Silas Malafaia será investigado por conduta homofóbicas

Necrofilia e zoofilia




A procuradora da República em Brasília Ana Carolina Araújo Roman investiga se Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, teve conduta homofóbica em uma audiência pública na Câmara dos Deputados na qual se discutiu o chamado Estatuto das Famílias.
O encontro, realizado em maio passado, foi marcado para discutir mudanças no direito de família. Malafaia fez um discurso contrário à união homoafetiva. Até aí,nenhuma surpresa em relação às posições conservadoras defendidas pelos evangélicos em geral.
Mas Malafaia foi mais fundo. Exagerou. Pegou pesado. Na sessão, o pastor chegou a dizer que se fosse para concordar com a união gay, então que se liberasse a zoofilia e a necrofilia.
No início de fevereiro, Ana Carolina converteu uma investigação preliminar sobre o caso em inquérito por entender que era necessário continuar com as apurações.
O que Malafaia disse na audiência da Câmara:
– Vamos liberar tudo que tem na sociedade. Vamos colocar na lei tudo que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei, porque tem gente que gosta de ter relação com cachorro. Eu vou apelar aqui, mas tem que dizer, é um comportamento, ué. Vamos aceitar?
– Quem tem relação com cadáver? É um comportamento, vou botar na lei. Ah, se é um comportamento, ué, estão espantados, vão discriminar, ué? É a favor de quê? Então vamos colocar tudo na lei e onde é que vai parar a sociedade brasileira?

Vejam o vídeo!



Segue abaixo mais um vídeo importante do Senador Magno Malta que fala com propriedade sobre o assunto

A lei é feita da regra para a excessão

quarta-feira, 23 de março de 2011

A tristeza no Japão e o deus de Gondim!

Por Wilson Porte Jr.

Será que Deus sabe o que acontecerá nas próximas horas? Por mais absurdo que seja, há gente no Twitter dizendo que não, que Deus não sabe o que acontecerá nas próximas horas, que Ele também será pego de surpresa! 
Há um provérbio chinês que diz: “Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos”. Gondim, pastor famoso em nosso país, tem semeado palavras ao longo deste dia que têm me feito sofrer, quase tanto quanto pelo desastre no Japão. 
O deus do teísmo aberto
Não bastasse toda aquela tragédia, vem Gondim ainda expor suas ideais sobre um deus que não sabe de nada, que não vê nada, que não ouve nada, que não pode fazer nada e, o que é mais absurdo ainda, que faz tudo isso por amor (:-P) . Gente, depois de ruminar por alguns instantes algumas ideias propostas por ele no twitter, gostaria de tecer alguns comentários sobre as tais (não estou aqui criticando sua pessoa, pois não o conheço - suas ideias, entretanto, são públicas - e são a elas que critico).
Já faz tempo que Gondim vem semeando palavras absurdas a respeito de Deus. Há um tempo atrás, discuti de modo educado com ele no Twitter. Infelizmente, por eu ser coisa nenhuma, ele me ignorou, quase me mandando cuidar da minha vida que a dele estava muito bem, obrigado. Tudo o que quis foi saber de sua fonte para dizer o que diz acerca de Deus e os desastres. Veja o que Gondim tem escrito em seu Twitter (@gondimricardo):
Ricardo Gondim
“Os imbecis me perguntam sobre o Teismo Aberto. Ué, toda teologia não deveria ser aberta? Bin Laden gosta de teologia fechada”; “Ou Deus tem tudo sob seu controle ou Ele ama. Prefiro acreditar que Deus ama”; “O amor não controla. Amor e controle são como água é óleo, não combinam. Deus é amor. Repita depois de mim: Deus é amor”; “Um Deus que tem proposito na miséria humana, na violência, na dor, é na verdade um diabo!”; “E eu ainda sou criticado? Dá um tempo. Sou contra um Deus que chacina, que tem o mal sob controle e suja as mãos para conseguir o que quer”; “A teologia que coloca todos os mínimos eventos "sob controle" precisa de seres humanos marionetados. Simples assim!”; “Toda a lógica retributiva acorrenta a gratuidade. Acreditar em um Deus que tudo controla, desumaniza e anula a criatividade”; “Deus cria o homem como o mar forma os continentes, retirando-se. Retira-se porque nos quer livres”; “@jungmosung Você me ensinou a sair da reflexão individualista; despertou-me a pensar a partir do pobre e, por isso, sou grato, muito grato.”; “Um deus q tem propósito pra tudo, inclusive pra o mal, é réu confesso! E a pena deveria ser a morte!”
Percebam que, em todas essas afirmações, não há a citação de nenhum texto bíblico. Gondim deixa claro que não acredita que Deus está no controle de todas as coisas. Justifica-se com o papo da contingência, que, pra mim, é conversa pra boi dormir (e pra derrubar muito crente que quer dar uma de intelectual e não sabe que está cavando um buraco debaixo dos próprios pés). 
“Deus não está no controle” - “Deus não sabe do que irá acontecer nas próximas horas”
Apesar de parecem absurdas tais declarações, sinceramente, eu entendo o coração de quem a escreveu. Ele não conhece o Deus da Bíblia. Tem um deus que ele mesmo criou em sua mente, cuja soberania e bondade não se encaixam ao desastre deste dia. Ele criou um deus em sua mente. Talvez por não conhecer o que as Escrituras dizem sobre o Deus trino que rege o universo com justiça e graça.
Pergunto a vocês: o que deveríamos (e o que não deveríamos) estar discutindo numa hora triste como essa?
O que NÃO deveríamos ficar discutindo é se Deus sabia ou não, se Ele poderia evitar ou não... Isso é papo de menino, de criança mimada, de gente que não se submete à Instrução Eterna e que, por isso, nunca sai da mesmice na vida e no discurso.
O que DEVERÍAMOS estar discutindo (e refletindo) é:
  1. Que deveríamos chorar com os que choram;
  2. Que deveríamos orar pela vida dos que sobreviveram e, também, pelos, agora, órfãos, viúvas, etc.;
  3. Que deveríamos orar pelos países ainda em vista de serem atingidos pela tsunami;
  4. E, por fim, e MAIS IMPORTANTE DE TUDO, deveríamos pensar no fato de que, todas as pessoas mortas na tragédia, estão vivas! Sim. Todas as pessoas mortas na tragédia, estão nas mãos de Deus que os separará em breve, como o trabalhador do campo separa o trigo do joio. Eles estão vivos, na eternidade. Estão todos conscientes, aguardando o juízo do Justo Juíz. E, certamente, seu maior problema não será a infelicidade do desastre pelo qual passaram, mas seu arrependimento ou não de pecados diante da graça de Deus revelada na cruz de Cristo. A realidade desta vida é que, um dia, todos morreremos. Alguns, de um modo trágico. Outros, de um modo não tão trágico. A morte sempre trará tristezas, dúvidas, lamentações, e medos. 
Deus está no controle de tudo! As pessoas que morreram estão nas mãos dEle. As que ainda morrerão, também não fogem de Sua soberania. Se Deus não controla o universo, quem então o faz? Se Deus não controla tudo, quem é responsável pelo mal? Seria o Diabo, Gondim? O acaso, a contingência? Se Deus não é Soberano, logo, não faz sentido esperar uma vitória sobre o mal. Se todo o futuro é uma possibilidade aberta, poderá acontecer de o mal, no final, vencer. Para mim, o nome disso é ARROGÂNCIA! Alguém que larga a Bíblia e passa a dissertar num suposto tom intelectual além de arrogante, deixa de ser cristão.
Antes que alguém me pergunte, não confundamos o tsunami com uma possível disciplina. Longe de nós tal pensamento. 
Só o Senhor reina! Só Ele sabe o por quê de tudo! Só Ele determina o que é e o que há de ser! Só Ele decide conhecer nosso futuro e apagar nosso passado (ao invés do contrário)!
Reflita nesses dois belos versos da Palavra de Deus: 
“Faz subir as nuvens dos confins da terra, faz os relâmpagos para a chuva, faz sair o vento dos seus reservatórios.” Salmo 135.7 
“Por isso, te anunciei desde aquele tempo e te dei a conhecer antes que acontecesse, para que não dissesses: O meu ídolo fez estas coisas; ou: A minha imagem de escultura e a fundição as ordenaram”. Isaías 48.5
Que Deus tenha misericórdia de nós.
Soli Deo Gloria

Fonte: Web Evangelista

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pedofilia é “orientação sexual”, dizem especialistas no Parlamento do Canadá

Por Rebecca Millette


OTTAWA, Ontario, Canadá, 28 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Numa recente sessão parlamentar sobre um projeto de lei relativo a crimes sexuais contra crianças, especialistas em psicologia afirmaram que a pedofilia é uma “orientação sexual” comparável à homossexualidade ou heterossexualidade, uma definição que foi questionada por um membro do Parlamento que estava presente.

O projeto de lei C-54, uma Lei que servirá de Emenda ao Código Penal, busca aumentar ou impor penas ou castigos mínimos obrigatórios para criminosos sexuais de crianças em casos de crimes específicos.

O debate no Parlamento em 14 de fevereiro focalizou na prisão compulsória mínima e como os criminosos reagem a tratamento. O Dr. Vernon Quinsey e o Dr. Hubert Van Gijseghem, especialistas na questão, foram chamados para dar testemunho.

“Quando falamos de terapia ou quando indivíduos recebem terapia e sentimos como se todos tivessem sido apaziguados, a boa notícia é muitas vezes ilusória”, disse Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal.

“Os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos. Pelo contrário, eles têm conflitos com o que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar em conflito com a heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade”, frisou Van Gijseghem.

“Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa como ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual de uma pessoa”. Contudo, ele acrescentou: “Apesar disso, ele poderá permanecer numa vida de abstinência”.

O parlamentar Serge Ménard mais tarde elogiou as testemunhas. “O sr. Van Gijseghem e o sr. Quinsey”, disse Ménard, “corrigiram algumas de nossas impressões”.

Entretanto, o parlamentar Marc Lemay do Bloco Quebequense desafiou a definição de Van Gijseghem. “Tenho de admitir que eu não estava esperando, neste Dia dos Namorados, estar falando sobre esse tipo impróprio de amor. Não é realmente amor. Tem mais a ver com violência e controle. Estou preocupado, Professor Van Gijseghem… pois você diz, se não me engano, que a pedofilia é uma orientação sexual”.

“Eu disse exatamente isso”, continuou Van Gijseghem.

Lemay continuou na questão, perguntando se pois a pedofilia deveria “ser comparada à homossexualidade”.

“Sim, ou heterossexualidade”, respondeu Van Gijseghem. “Se, por exemplo, você estivesse vivendo numa sociedade em que a heterossexualidade fosse condenada e proibida e você recebesse ordem de passar por terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é um pouco doido. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu uso essa analogia para dizer que sim, realmente sim, os pedófilos não podem mudar sua orientação sexual”.

Durante seu testemunho, Quinsey, professor emérito de psicologia na Universidade da Rainha, disse que os “interesses sexuais” dos pedófilos têm “preferência por crianças antes da puberdade”. “Não há nenhuma evidência”, disse ele, “de que esse tipo de preferência pode ser mudado por meio de tratamento ou por meio de qualquer outra coisa”.

“Dá para controlarmos o risco que os criminosos sexuais apresentam — até mesmo pedófilos”, acrescentou Quinsey, “Não é necessariamente que eles precisem mudar a orientação sexual deles; eles precisam aprender a se controlar, com nossa ajuda”. “Em minha opinião, a sociedade e ninguém neste debate aceitará a pedofilia, ainda que seja uma orientação sexual”, disse Lemay, “Recordo um período, não muito tempo atrás, em que a homossexualidade era tratada como uma doença. Agora, a homossexualidade é aceita; a sociedade a aceitou… Não consigo imaginar a pedofilia sendo aceita em 2011. Você está me dizendo que ainda que impuséssemos uma pena mínima de cinco anos nas pessoas, isso não resolveria o problema. Logo que saírem da cadeia, voltarão a cometer o mesmo crime. Isso é preocupante”.

Brian Lilley, colunista do jornal Toronto Sun, expressou choque com o testemunho de Van Gijseghem: “o que realmente me chocou foi o Dr. Hubert Van Gijseghem, professor da Universidade de Montreal, que apareceu para dizer aos parlamentares que a pedofilia é uma orientação sexual exatamente como a heterossexualidade ou homossexualidade”. Ele argumentou que “é hora de recuperamos nosso país. Para isso, temos de ignorar os ‘especialistas’”.

Contact information for Members of Parliament
Para ler a sessão parlamentar inteira, clique aqui.
Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/pedophilia-a-sexual-orientation-experts-tell-parliament

terça-feira, 1 de março de 2011

Presbítero da Igreja Renascer comandará a bateria da escola de samba Mangueira durante Carnaval 2011

Presbítero da Igreja Renascer em Cristo, Ailton Nunes quer buscar a nota dez para a bateria da Mangueira. Cria da comunidade, ele vê a mão de Deus em seu dom de tocar. Quis o Criador abençoar o talento de Ailton André Nunes e ele acabou traçando seus passos no compasso do surdo de primeira. Ou melhor, da ‘Bateria Surdo Um’. Foi a paixão pelo ritmo, surgida quando ainda era moleque e rolava pelo lixão do Chalé, no Morro da Mangueira, em busca de latas e papelão para fazer tambores afinados com o calor de fogueiras, que fez o hoje presbítero, (uma espécie de líder) da Igreja ‘Renascer em Cristo’, aceitar o convite do presidente Ivo Meirelles e se tornar, há pouco mais de um mês, o novo mestre de bateria da Verde e Rosa.

Contradição com a fé? Não para Ailton, percussionista profissional, 39 anos, casado, pai de duas filhas e avô de outra menina. “Sou um servo de Deus e acredito que as pessoas têm um dom. E acredito no plano de Deus para a minha vida. E faz parte passar por isso, estar à frente da bateria”, explica o maestro, que também é um dos autores do samba que homenageia Nelson Cavaquinho, enredo da escola.

Antes de aceitar conduzir a bateria que ele conhece desde menino e da qual já chegou a ser um dos diretores — na época do primo Alcir Explosão, a quem elogia o talento —, além de primeiro repique, Ailton conversou com a família e seus orientadores na igreja.

A volta à escola, entretanto, levou 8 anos para acontecer. Foi quando, diz, “tinha outro tipo de conduta e estava perdendo a família”, acabou encontrando a igreja em seu caminho. Na caminhada de lá para cá, trabalhou com música, rodou a Europa como percussionista e reencontrou amigos no Brasil. Agora, só quer saber de unir a “Família Surdo Um” em torno de um objetivo: ganhar a nota dez para a Mangueira.

“Mas e as tentações do Carnaval?”, provoco eu ao entrevistado. “Todos nós somos pecadores. Só que tem um porém: eu tenho consciência que sou pecador, mas hoje não vivo pelo pecado”, responde, sem atravessar o discurso.

Texto de Fabiana Sobral publicado originalmente em O Dia.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Jornalista do Estadão critica a Universidade PRESBITERIANA Mackenzie por distribuir gratuitamente BÍBLIAS SAGRADAS aos seus alunos!

A Bíblia do Mackenzie - "cuspindo no prato em que comeram"


Estou reproduzindo um artigo original do meu amigo Wilson Porte, companheiro do Andrew Jumper, por julgar muito bem escrito e digno de ser reproduzido.


Por Wilson Porte Jr.

Cuspindo no prato em que comem! Esta é a melhor definição do que alguns jornalistas estão fazendo com a Universidade Mackenzie.

Esta expressão vem de um comentário de um jovem no site do Jornal O Estado de São Paulo (Estadão) que, na semana passada, postou um comentário no mínimo infeliz à prática de anos que o Mackenzie tem de doar Bíblias a alunos novos e formandos.

Já faz tempo que um grupo de pseudo-jornalistas vêm divulgando informações falaciosas e tendenciosas contra o Mackenzie e, sobretudo, contra o cristianismo. O pior é que esses caras são de grandes jornais, os "grandes bodes", de nossa nação.

A última, e ridícula, diga-se de passagem, foi a tentativa de Carlos Lordelo (Estadão) de criticar a iniciativa da Universidade Presbiteriana Mackenzie de presentear os novos alunos com uma Bíblia, além de outras coisas. Seu artigo pode ser lido AQUI.

Fonte: LUIS CAVALCANTE

domingo, 5 de dezembro de 2010

Kaká rompe oficialmente com a Igreja Renascer

Kaká e Caroline durante o casamento na Igreja
Renascer (Foto: Getty Images)

Kaká e sua mulher Caroline Celino romperam com a Igreja Renascer em Cristo. A informação é da revista "Veja", em reportagem publicada neste domingo. A própria igreja confirmou que, na última quinta-feira, Kaká ligou para Estevam Hernandes e comunicou sua saída por motivos pessoais. De acordo com a publicação, eles se afastaram no último mês de agosto. Carol foi quem confirmou a saída dos dois.




- O meu tempo na Igreja Renascer acabou. E o que posso afirmar é que hoje minha busca constante é somente por Deus - disse esposa de Kaká à revista.

O craque do Real Madri, que teve a cerimônia de casamento na Renascer, sempre demonstrou sua proximidade com a instituição. Em 2007, depois de receber o prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa, ofereceu o troféu para ser exposto na igreja em São Paulo.

Donos da Renascer foram condenados em 2009

Estevam e Sonia Hernandes, fundadores da Renascer, foram condenados em dezembro de 2009 pela Justiça Federal, em São Paulo, a quatro anos de reclusão pelo crime de evasão de divisas. A condenação se referiu ao fato de o casal ter deixado o país com destino aos Estados Unidos, em janeiro de 2007, com US$ 56,4 mil (R$ 95,5 mil atualmente).

Estevam e Sonia esconderam o dinheiro em uma bolsa, na capa de uma Bíblia, em um porta-CD. Ao chegarem em Miami, os dois foram detidos e depois condenados pela Justiça local pelos crimes de contrabando e conspiração de dinheiro.

No mesmo ano, em 18 de janeiro, o teto da antiga sede da igreja desabou, deixando sete mortos e mais de 100 pessoas feridas no local. O lançamento da pedra fundamental do novo templo aconteceu em setembro de 2009, com um valor de R$ 10 milhões. Kaká esteve presente na cerimônia ao lado dos líderes Estevam e Sônia. Segundo o jornal "O Dia", jogador teria contribuído com pelo menos US$1,4 milhão (R$ 2,3 milhões atualmente) de dízimo para a igreja.

Fonte: Globo Esporte

sábado, 27 de novembro de 2010

Supremo Concílio apoia Augutus Nicodemus e confessionalidade do Mackenzie


O SC-E/IPB - 2010 RESOLVE:



v - Pontua-se que o manifesto quanto à PL 122/2006, publicado no site do Mackenzie desde 2007, e mantido até a presente data integralmente, na página da IPB, expressa a posição bíblico-teológica da IPB. Ademais, lamenta que um princípio constitucional da Carta Magna de 1988, que garante a liberdade de consciência e de crença seja afrontado. Reiterar apoio ao chanceler da Universidade Mackenzie.



3.Louvar ao Senhor pelo crescimento do Instituto Presbiteriano Mackenzie, por seu corpo de Direção, colaboradores e alunos, rogando a Deus para que o Mackenzie seja cada vez mais um forte testemunho dos valores e princípios cristãos reformados no meio da sociedade brasileira.
 
Fonte: IPB

Leia mais sobre o assunto

Comunidade criada para apoiar o posicionamente firme do Rev. Augustus Nicodemus

Apoio ao Pr Augustus Nicodemus

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

John Piper no Brasil em 2011

John Piper, pastor da Bethlehem Baptist Church, em Minneapolis/Minnesota, EUA e um dos mais importantes autores cristãos da atualidade, estará pregando de 5 a 7 de outubro de 2011 na Conferência Fiel, que tradicionalmente ocorre em Águas de Lindóia, no interior paulista. Piper também estará pregando em São Paulo na Universidade Presbiteriana Mackenzie nos dias 7 e 8 de outubro de 2011. E no Rio de Janeiro ele pregará na manhã de 9 de outubro de 2011. Nessas duas ocasiões, pastores e líderes brasileiros oferecerão workshops tratando de temas vinculados aos escritos de Piper, assim como haverá o funcionamento de uma livraria, com a venda de livros das principais editoras evangélicas com bons descontos.
Esta semana, na terça-feira 24 de agosto, participamos de um encontro de pastores e líderes ocorrido nas dependências da Igreja Presbiteriana da Gávea, para formalizar uma aliança para alugar um espaço para receber este evento naquela cidade e estabelecer uma agenda de cooperação.



Estas são as igrejas e ministérios representados por pastores e líderes que participaram deste encontro:
Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida/Barra da Tijuca

Assembléia de Deus Venda da Cruz

Igreja Batista Betel de Mesquita

Igreja Batista Bíblica da Tijuca

Igreja Batista Central de Iguaba Grande

Igreja Cristã da Aliança

Igreja Presbiteriana da Gávea

Igreja Presbiteriana da Piedade

Ministério Atos 29
Depois de um tempo de apresentações, meditação na passagem da Escritura de 2Coríntios 5.14-21 e oração, Rick Denham, presidente da Fiel, falou um pouco sobre as oportunidades de missões e evangelização que se abrem aos brasileiros no estrangeiro. Mas enfatizou que somente por meio de uma recuperação doutrinal poderemos impactar o Brasil e o resto do mundo. Tendo falado um pouco sobre o bom testemunho que o ministério “Juntos pelo Evangelho” tem oferecido nos Estados Unidos, ele tratou da vinda de Piper como uma oportunidade para as igrejas representadas na reunião oferecerem um testemunho de unidade naquela cidade. Depois, Leonardo Sahium aprofundou os desafios de um testemunho de união numa cidade partida, como o Rio de Janeiro, conduzindo a parte final da reunião, onde os pastores decidiram por alugar um centro de convenções com capacidade para duas mil pessoas, onde ocorrerá o evento em outubro do próximo ano.
Para os próximos meses, mais detalhes serão oferecidos, seja da conferência Fiel que ocorrerá em 2011, como dos encontros na Universidade Mackenzie e no Rio de Janeiro. Mas, desde já, pedimos aos amados leitores que se lembrem não só do ministério da Fiel, mas destes preciosos amigos e irmãos do Rio, para que esta aliança firmada nesta semana frutifique debaixo da poderosa graça de Deus.

Pastores

 
Fonte: Blog Fiel

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Colunista da Veja apoia Augustus Nicodemus e a posição do Mackenzie


O AI-5 GAY JÁ COMEÇA A SATANIZAR PESSOAS; SE APROVADO, VAI PROVOCAR O CONTRÁRIO DO QUE PRETENDE: ACABARÁ ISOLANDO OS GAYS

Por Reinaldo Azevedo

O reverendo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler a Universidade Mackenzie — homem inteligente, capaz, disciplinado na sua fé e respeitador das leis do país; sim, eu o conheço — está sendo alvo de uma violenta campanha de difamação na Internet. Na próxima quarta, grupos gays anunciam um protesto nas imediações da universidade que ele dirige com zelo exemplar. Por quê? Ele teve a “ousadia”, vejam só, de publicar, num cantinho que lhe cabe no site da instituição trecho de uma resolução da Igreja Presbiteriana do Brasil contra a descriminação do aborto e contra aprovação do PL 122/2006 — a tal lei que criminaliza a homofobia (aqui). O texto nem era seu, mas do reverendo Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. A íntegra do documento está aqui. Pode-se ler lá o que segue:
“Quanto à chamada Lei da Homofobia, que parte do princípio que toda manifestação contrária à homossexualidade é homofóbica (…), a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre a homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos”.
Respondam: o que há de errado ou discriminatório nesse texto? A PL 122 nem foi aprovada ainda, e as perseguições já começaram. Vamos tornar ainda mais séria essa conversa. Há gente que gosta das soluções simples e erradas para problemas difíceis. Eu estou aqui para mostrar que há coisas que, simples na aparência, são muito complicadas na essência. Afirmei certa feita que o verdadeiro negro do mundo era o branco, pobre, heterossexual e católico. Era um exagero, claro!, uma expressão de mordacidade. A minha ironia começa a se transformar numa referência da realidade. A PL 122 é flagrantemente inconstitucional; provocará, se aprovada, efeitos contrários àqueles pretendidos e agride a liberdade religiosa. É simples assim. Mas vamos por partes, complicando sempre, como anunciei.
Homofóbico?
Repudio o pensamento politicamente correto, porque burro, e o pensamento nem-nem — aquele da turma do “nem isso nem aquilo”. Não raro, é coisa de covardes, de quem quer ficar em cima do muro. Procuro ser claro sobre qualquer assunto. Leitores habituais deste blog já me deram algumas bordoadas porque não vejo nada de mal, por exemplo, na união civil de homossexuais — que não é “casamento”. Alguns diriam que penso coisa ainda “pior”: se tiverem condições materiais e psicológicas para tanto, e não havendo heterossexuais que o façam, acho aceitável que gays adotem crianças. Minhas opiniões nascem da convicção, que considero cientificamente embasada, de que “homossexualidade não pega”, isto é, nem é transmissível nem é “curável”. Não sendo uma “opção” (se fosse, todos escolheriam ser héteros), tampouco é uma doença. Mais: não me parece que a promiscuidade seja apanágio dos gays, em que pese a face visível de certas correntes contribuir para a má fama do conjunto.
“Que diabo de católico é você?”, podem indagar alguns. Um católico disciplinado. É o que eu penso, mas respeito e compreendo a posição da minha igreja. Tampouco acho que ela deva ficar mudando de idéia ao sabor da pressão deste ou daqueles grupos católicos. Disciplina e hierarquia são libertadoras e garantem o que tem de ser preservado. Não tentem ensinar a Igreja Católica a sobreviver. Ela sabe como fazer. Outra hora volto a esse particular. Não destaco as minhas opiniões “polêmicas” para evitar que me rotulem disso ou daquilo. Eu estou me lixando para o que pensam a meu respeito. Escrevo o que acho que tem de ser escrito.
Aberração e militânciaTer tais opiniões não me impede de considerar que o tal PL 122 é uma aberração, que busca criar uma categoria especial de pessoas. E aqui cabe uma pequena história. Tudo começou com o Projeto de Lei nº 5003/2001, na Câmara, de autoria da deputada Iara Bernardes, do PT. Ele alterava a Lei nº 7716, de 1989, que pune preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional (íntegra aqui) acrescentando ao texto a chamada discriminação de gênero. Para amenizar o caráter de “pogrom gay”, o senador Marcelo Crivella acrescentou também a discriminação contra idoso e contra deficientes como passível de punição. Só acrescentou absurdos novos.
Antes que me atenha a eles, algumas outras considerações. À esteira do ataque contra três rapazes perpetrados por cinco delinqüentes na Avenida Paulista, que deveriam estar recolhidos (já escrevi a respeito), grupos gays se manifestaram. E voltou a circular a tal informação de que o Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo. É mesmo? Este também é um dos países que mais matam heterossexuais no mundo!!! São 50 mil assassinatos por ano. Se os gays catalogados não chegam a 200 — e digamos que eles sejam 5% da população; há quem fale em 9%; não importa —, há certamente subnotificação, certo? “Ah, mas estamos falando dos crimes da homofobia…” Sei. Michês que matam seus clientes são ou não considerados “gays”? Há crimes que não estão associados à “orientação sexual” ou à “identidade de gênero”, mas a um modo de vida. Cumpre não mistificar. Mas vamos ao tal PL.
DisparatesA Lei nº 7716 é uma lei contra o racismo. Sexualidade, agora, é raça? Ora, nem a raça é “raça”, não é mesmo? Salvo melhor juízo, somos todos da “raça humana”. O racismo é um crime imprescritível e inafiançável, e entrariam nessa categoria os cometidos contra “gênero, orientação sexual e identidade de gênero.” Que diabo vem a ser “identidade de gênero”. Suponho que é o homem que se identifica como mulher e também o contrário. Ok. A lei não proíbe ninguém de se transvestir. Mas vamos seguir então.
Leiam um trecho do PL 122:
Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte Art. 4º-A:
“Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco)anos.”
Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”
Para demitir um homossexual, um empregador terá de pensar duas vezes. E cinco para contratar — caso essa homossexualidade seja aparente. Por quê? Ora, fica decretado que todos os gays são competentes. Aliás, na forma como está a lei, só mesmo os brancos, machos, heterossexuais e eventualmente cristãos não terão a que recorrer em caso de dispensa. Jamais poderão dizer: “Pô, fui demitido só porque sou hétero e branco! Quanta injustiça!”. O corolário óbvio dessa lei será, então, a imposição posterior de uma cota de “gênero”, “orientação” e “identidade” nas empresas. Avancemos.
“Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. ”Cristãos, muçulmanos, judeus etc têm as suas escolas infantis, por exemplo. Sejamos óbvios, claros, práticos: terão de ignorar o que pensam a respeito da homossexualidade, da “orientação sexual” ou da “identidade de gênero” — e a Constituição lhes assegura a liberdade religiosa — e contratar, por exemplo, alguém que, sendo João, se identifique como Joana? Ou isso ou cana?
Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:
“Art. 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Pastores, padres, rabinos etc. estariam impedidos de coibir a manifestação de “afetividade”, ainda que os fundamentos de sua religião a condenem. O PL 122 não apenas iguala a orientação sexual a raça como também declara nulos alguns fundamentos religiosos. É o fim da picada! Aliás, dada a redação, estaríamos diante de uma situação interessante: o homossexual reprimido por um pastor, por exemplo, acusaria o religioso de homofobia, e o religioso acusaria o homossexual de discriminação religiosa, já que estaria impedido de dizer o que pensa. Um confronto de idéias e posturas que poderia ser exercido em liberdade acaba na cadeia. Mas o Ai-5 mesmo vem agora:
“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.”
Não há meio-termo: uma simples pregação contra a prática homossexual pode mandar um religioso para a cadeia: crime inafiançável e imprescritível. Se for servidor público, perderá o cargo. Não poderá fazer contratos com órgãos oficiais ou fundações, pagará multa… Enfim, sua vida estará desgraçada para sempre. Afinal, alguém sempre poderá alegar que um simples sermão o expôs a uma situação “psicologicamente vexatória”. A lei é explícita: um “processo administrativo e penal terá início”, entre outras situações, se houver um simples “comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.” Não precisa nem ser o “ofendido” a reclamar: basta que uma ONG tome as suas dores.
A PL 122 institui o estado policial gay! E o chanceler no Mackenzie, Augustus Nicodemus Lopes, já é alvo dessa patrulha antes mesmo de essa lei ser aprovada.
O que querem os proponentes dessa aberração? Proteger os gays? Não há o risco de que aconteça o contrário? A simples altercação com um homossexual, por motivo absolutamente alheio à sua sexualidade, poderia expor um indivíduo qualquer a um risco considerável. Se o sujeito — no caso, o gay — for honesto, bem: não vai apelar à sua condição de “minoria especialmente protegida”; se desonesto — e os há, não? —, pode decidir infernizar a vida do outro. Assim, haverá certamente quem considere que o melhor é se resguardar. É possível que os empregadores se protejam de futuros dissabores, preferindo não arriscar. Esse PL empurra os gays de volta para o gueto.
Linchamento moral
O PL 122 é uma aberração jurídica, viola a liberdade religiosa e cria uma categoria de indivíduos especiais. À diferença de suas “boas intenções”, pode é contribuir para a discriminação, à medida que transforma os gays numa espécie de “perigo legal”. Os homossexuais nunca tiveram tanta visibilidade. Um gay assumido venceu, por exemplo, uma das jornadas do BBB. Cito o caso porque houve ampla votação popular. A “causa” está nas novelas. Programas de TV exibem abertamente o “beijo gay”. Existe preconceito? Certamente! Mas não será vencido com uma lei que acirra as contradições e as diferenças em vez de apontar para um pacto civilizado de convivência. Segundo as regras da democracia, há, sim, quem não goste dessa exposição e se mobiliza contra ela. É do jogo.
Ninguém precisa de uma “lei” especial para punir aqueles delinqüentes da Paulista. Eles não estão fora da cadeia (ou da Fundação Casa) porque são heterossexuais, e sua vítima, homossexual. A questão, nesse caso, infelizmente, é muito mais profunda e diz muito mais sobre o Brasil profundo: estão soltos por causa de um preconceito social. Os homossexuais que foram protestar na Paulista movidos pela causa da “orientação sexual” reduziram a gravidade do problema.
Um bom caminho para a liberdade é não linchar nem física nem moralmente aqueles de quem não gostamos ou com quem não concordamos. Seria conveniente que os grupos gays parassem de quebrar lâmpadas na cabeça de Augustus Nicodemus Lopes, o chanceler do Mackenzie. E que não colocassem com tanta vontade uma corda no próprio pescoço sob o pretexto de se proteger. Mas como iluminar minimamente a mentalidade de quem troca o pensamento pela militância?
Quando trato de temas como esse, petralhas costumam invadir o blog com grosserias homofóbicas na esperança de que sejam publicadas para que possam, depois, sair satanizando o blog por aí. Aviso: a tática é inútil. Não serão! Este blog é contra o PL 122 porque preza os valores universais da democracia, que protegem até os que não são gays…

Fonte: Reinaldo Azevedo

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